Preços dos alimentos vão subir 18% em dois anos, diz Banco Mundial
Após um período de retração nos preços, 21% registrados entre 2022 e 2025, os mercados agrícolas devem enfrentar dois anos de alta nos preços internacionais.
Após um período de retração nos preços, 21% registrados entre 2022 e 2025, os mercados agrícolas devem enfrentar dois anos de alta nos preços internacionais.
O deserto é silencioso do jeito errado. Sem vento, sem pássaro, sem nada. E então o chão começa a brilhar no meio da noite. Não é fogo alto. É um alaranjado denso, contínuo, que sai de dentro de um buraco e sobe como respiração.
Os preços das commodities devem subir 23% em média em 2026, à medida que choques globais se acumulam, de acordo com o mais recente Commodity Markets Outlook do Banco Mundial, divulgado nesta quarta-feira (28). O diagnóstico é que o conflito no Oriente Médio reduziu os estoques de petróleo e deve elevar os preços de energia ao maior nível em quatro anos.
EDUARDO CUCOLO E GUILHERME PIMENTA FOLHAPRESS A alíquota da CBS, contribuição federal sobre bens e serviços prevista na reforma tributária, será de 11,3% em 2027, segundo proposta apresentada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) nesta quarta-feira (28) para manter a carga dos tributos federais sobre o consumo. O resultado ficou acima de projeções da maioria dos analistas.
O Banco Mundial alertou, nesta quarta-feira (28), para um forte aumento nos preços dos alimentos em 2026 e 2027, devido a conflitos armados e aos efeitos esperados de um episódio excepcional do fenômeno El Niño. O aumento acumulado dos preços dos alimentos para 2026 e 2027 será de 18% em comparação com 2025, segundo previsões da instituição sediada em Washington.
O governo holandês anunciou que contribuirá com até US$ 500 milhões ao longo da próxima década para o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), iniciativa liderada pelo Brasil destinada a financiar a proteção de florestas ameaçadas.
Michèle Barzach, ginecologista e ex-ministra da Saúde da França, morreu nesta segunda-feira (26) em Paris, aos 83 anos. Integrante do governo de Jacques Chirac a partir de 1986, ela teve papel importante no enfrentamento à epidemia de HIV/Aids que avançava no país e provocava um número crescente de mortes na década de 1980.
CLÁUDIA COLLUCCI FOLHAPRESS O Farmácia Popular funciona também como política de proteção da renda das famílias, não apenas como programa de saúde.
As exportações brasileiras somaram US$ 305,69 bilhões de janeiro a outubro de 2026, uma alta de 12% ante o mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O superávit comercial chegou a US$ 68,35 bilhões, com crescimento de 36,8%.
Bangladesh enfrenta uma grave crise energética que afeta sua indústria têxtil, maior fonte de emprego formal do país, com cortes de energia que deixam bairros de Daca às escuras e apagões de até 16 horas em áreas rurais. A escassez é agravada pelas guerras na Ucrânia e no Irã, que elevaram os preços de combustíveis e gás.
O presidente-executivo do Grupo HSBC, Georges Elhedery, afirmou nesta terça-feira (20) que o Estreito de Ormuz pode se tornar “desnecessário” em cinco anos, com investimentos em rotas logísticas alternativas no Golfo Pérsico para mitigar o impacto da guerra com o Irã. A declaração foi dada durante o evento HSBC Future Forum, em Dubai.
O Reino do Lesoto detém uma marca geográfica exclusiva em todo o planeta Terra. Trata-se do único país independente do mundo cujo território inteiro fica situado acima de mil metros de altitude em relação ao nível do mar.
Governos latino-americanos alinhados ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estão ampliando o acesso a recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que relatam aumento da demanda por financiamento e apoio a reformas pró-mercado na região. O movimento ficou evidente nas reuniões anuais das instituições, realizadas na última semana em Bangcoc, na Tailândia.
Os encontros anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, realizados nesta semana em Bangkok, na Tailândia, tiveram a guerra no Irã, a inteligência artificial e o endividamento dos países como temas centrais. Mas, por trás da agenda, o clima e a energia limpa seguem determinantes para o desempenho econômico global, segundo relatórios divulgados durante o evento.
O presidente do Banco Popular da China, Pan Gongsheng, afirmou neste sábado (17) que Pequim apoia o Fundo Monetário Internacional (FMI) no reforço da vigilância sobre os riscos fiscais nas principais economias avançadas e seus efeitos colaterais. A declaração foi feita durante a reunião do Comitê Monetário e Financeiro Internacional, nos encontros anuais do FMI e do Banco Mundial em Bangcoc.
O cofundador da Anthropic, Jack Clark, afirmou neste sábado (17) que o avanço da inteligência artificial trará mudanças rápidas em todas as áreas, com modelo econômico interno da empresa prevendo que a tecnologia pode ampliar o PIB dos EUA para US$ 44 trilhões até 2030, ante pouco mais de US$ 30 trilhões atuais.
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central) dos Estados Unidos, Kevin Warsh, afirmou nesta sexta-feira (16) que a inteligência artificial (IA) é a “mudança mais importante” para a economia mundial que já viu, e previu que seu impacto será positivo, porém com um caminho “acidentado”.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o PIB da zona do euro avance 1,1% em 2026, duas décimas acima da revisão de junho, mas alerta que o “crescimento medíocre” da região se prolongará a médio prazo. O dado indica uma economia mais resistente do que o esperado diante do deteriorado cenário internacional.
O presidente Lula (PT), candidato à reeleição, foi entrevistado nesta quinta-feira (15) pela TV Globo, no Rio de Janeiro. A equipe de checagem Fato ou Fake analisou as principais declarações do petista, que falou sobre a prisão de Márcio Canella, o Congresso Nacional e a economia brasileira.
Os países do G7 comprometeram-se, nesta quinta-feira (15), em Bangcoc, a destinar US$ 2,5 bilhões (R$ 12,6 bilhões) para ajudar países em risco de insegurança alimentar na aquisição de fertilizantes, anunciou o ministro da Economia francês, Roland Lescure. “Comprometemo-nos coletivamente a disponibilizar 2,5 bilhões de dólares para contribuir para a segurança alimentar, concentrando-nos em uma questão crucial: a dos fertilizantes”, disse Lescure à imprensa, após uma reunião anual do Banco Mundial e do FMI.