Prisão em regime fechado pode se limitar a 1 ano pelo 8 de Janeiro e a 11 para núcleo do golpe
Pessoas condenadas pelo 8 de Janeiro podem ter a progressão de regime limitada a 1 ano ou 11 anos, dependendo do caso.
Pessoas condenadas pelo 8 de Janeiro podem ter a progressão de regime limitada a 1 ano ou 11 anos, dependendo do caso.
O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus no Supremo Tribunal Federal entra em sua fase decisiva nesta semana, com sessões marcadas até sexta-feira e expectativa de definição sobre condenações e penas.
O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o próximo dia 2 de setembro de 2025 o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros sete réus acusados de liderar uma trama golpista após a derrota nas eleições de 2022. A ação é considerada o processo central do caso, definido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como o “núcleo crucial” da tentativa de golpe.
O tenente-coronel Hélio Ferreira Lima admitiu ao STF que o documento “Desenho Op Luneta” – que previa a prisão de ministros do Supremo, foi produzido pela inteligência da 6ª Divisão do Exército em Porto Alegre. O militar alegou que se tratava de um exercício hipotético para eventual fraude eleitoral em 2022, não de um plano operacional.
O tenente-coronel Mauro Cid e o general Walter Braga Netto ficarão frente a frente nesta terça-feira (24/06), em acareação no Supremo Tribunal Federal (STF). O encontro foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela condução do inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado.
O Supremo Tribunal Federal (STF) está conduzindo os interrogatórios dos réus acusados de planejar um golpe de Estado em 2022, numa tentativa de manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder após sua derrota eleitoral. As audiências, lideradas pelo ministro Alexandre de Moraes, tiveram início em 9 de junho de 2025, com previsão de término em 13 de junho.
O início da fase de depoimentos dos réus da tentativa de golpe de 2022 marcou o primeiro encontro entre Jair Bolsonaro e Mauro Cid desde o início das investigações. O ex-ajudante de ordens do então presidente, hoje seu delator, depõe nesta segunda-feira (09/06) ao Supremo Tribunal Federal.
Ana Pompeu – Folha Press O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), marcou os interrogatórios do primeiro núcleo da trama golpista de 2022 para a próxima semana. A partir de segunda-feira, 9, os oito réus serão ouvidos presencialmente no plenário da Primeira Turma, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O senador Rogério Marinho (PL-RN) negou ao STF (Supremo Tribunal Federal) que houvesse qualquer planejamento golpista da cúpula do governo de Jair Bolsonaro (PL) e afirmou que o ex-presidente se preocupava com a “civilidade” do processo de transmissão do cargo. “Havia uma preocupação grande de que não houvesse excessos, houvesse civilidade na transmissão do poder, do cargo.
A política brasileira frequentemente flerta com o humor, e um exemplo recente é a polêmica que envolve a cabeleireira Débora e sua comparação com figuras proeminentes como Jair Bolsonaro. Essa analogia, que pode parecer meramente cômica, abre espaço para discussões mais profundas sobre as relações de poder e a identidade no cenário político.
A recente apresentação de um recurso pela defesa do ex-ministro Walter Braga Netto no Supremo Tribunal Federal (STF) gerou intensos debates sobre a validade de evidências apresentadas na corte. O foco da contenda é um vídeo exibido pelo ministro Alexandre de Moraes durante o julgamento que investiga a tentativa de golpe de Estado ocorrida em janeiro deste ano.
Mais cedo nesta sexta, a corte publicou o acórdão da decisão da Primeira Turma pelo recebimento, por unanimidade, da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o primeiro núcleo da acusação. O julgamento foi concluído em 26 de março.
O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (11) o acórdão que formaliza a decisão da Primeira Turma de tornar réus o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete ex-integrantes de seu governo, acusados de envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado.
pós se tornarem réus nesta quarta-feira (26) por decisão unânime da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete de seus principais aliados militares e civis enfrentarão um processo criminal inédito na história recente do Brasil.
Núcleo 1 é formado pelo ex-presidente e mais sete aliados Da Agência Brasil O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta terça-feira (24/3), se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete denunciados pela trama golpista vão se tornar réus na ação. O caso será julgado pela Primeira Turma da Corte, colegiado formado por cinco dos 11 ministros que compõem o tribunal.
Até o momento, sete dos 11 ministros se manifestaram Da Agência Brasil A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quarta-feira (19/03) para rejeitar os recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do general Braga Netto para impedir os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin de atuarem no julgamento da denúncia sobre a trama golpista.
Relator da 1ª Turma do STF, ministro Alexandre de Moraes foi acompanhado no voto pelos colegas Flávio Dino, Cristiano Zanin, Luiz Fux e Cármen Lúcia A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) obteve unanimidade para negar recurso apresentado pela defesa do general da reserva e ex-ministro Walter Braga Netto e manteve sua prisão preventiva.
A Polícia Federal prendeu na manhã deste sábado (14) o general e ex-ministro Braga Netto, que foi candidato à vice-presidência na chapa de Jair Bolsonaro (PL) em 2022. Atenção: Ao copiar material produzido pela Folha Z, favor citar os créditos ao site.
Militar é alvo no inquérito que investiga sobre a tentativa de golpe de Estado A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã deste sábado (14), no Rio de Janeiro, o general Walter Souza Braga Netto, que era vice de Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Militar é alvo no inquérito que investiga sobre a tentativa de golpe de Estado.
O inquérito da Polícia Federal (PF) que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais 36 acusados por golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito será enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) nos próximos dias.