Relatos de carrapatos no Parque Flamboyant preocupa população em Goiânia
Frequentadores do Parque Flamboyant, um dos principais cartões-postais de Goiânia, relatam a presença de carrapatos na área verde.
Frequentadores do Parque Flamboyant, um dos principais cartões-postais de Goiânia, relatam a presença de carrapatos na área verde.
A família do jornalista Delson Carlos Henrique de Lima Barros, de 52 anos, recebeu com surpresa e tristeza a decisão que revogou a prisão preventiva da dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, de 56 anos, acusada de matar o jornalista a facadas em julho, em Goiânia.
A dentista investigada pela morte do jornalista Delson Carlos deixou a prisão após a Justiça conceder habeas corpus e substituir a prisão preventiva por medidas cautelares. Mas o que isso significa? O habeas corpus é um instrumento jurídico utilizado para proteger o direito de ir e vir quando alguém está sofrendo ou está ameaçado de sofrer uma restrição ilegal ou indevida à liberdade.
O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) revogou a prisão preventiva de Renata de Almeida Pedreira e Sousa, de 56 anos, acusada de matar o jornalista Delson Carlos Henrique de Lima Barros, de 52 anos, em julho deste ano, em um apartamento no Setor Bueno, em Goiânia. A informação foi divulgada pelos advogados da dentista em nota à imprensa nesta terça-feira (8).
A dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, acusada de matar o jornalista Delson Carlos Henrique de Lima Barros dentro de um apartamento no Setor Bueno, deixará a prisão após uma decisão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás. O habeas corpus foi julgado nesta terça-feira (8) e concedido parcialmente por unanimidade.
A Justiça concedeu habeas corpus à dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, de 56 anos, acusada de matar o jornalista Delson Carlos Henrique de Lima Bastos, de 52 anos, em Goiânia, nesta terça-feira (08/09). A decisão autorizou a liberdade provisória da ré, que deverá deixar a prisão ainda nesta semana.
A defesa de Renata de Almeida Pedreira e Sousa, de 56 anos, teve negado o pedido de liminar em habeas corpus apresentado ao Tribunal de Justiça de Goiás. A dentista é acusada de matar o jornalista Delson Carlos Henrique de Lima Barros, de 52 anos, em julho, dentro de um apartamento no Setor Bueno, em Goiânia.
Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (8/9), a justiça concedeu habeas corpus para a dentista que em julho passado foi presa em flagrante acusada de matar um jornalista com várias facadas dentro de seu apartamento no Setor Bueno, em Goiânia. A previsão é que Renata de Almeida Pedreira e Sousa, de 56 anos, seja liberada ainda nesta semana.
O juiz Jesseir Coelho de Alcantara aceitou, na segunda-feira (17), a denúncia do Ministério Público contra a dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa. A acusada se tornou ré por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima pela morte do jornalista Delson Carlos e por lesão corporal qualificada contra a companheira dela, Márcia Maria Carolli.
A quarta-feira (19) começa com temperaturas mais amenas em Goiânia, mas o cenário muda ao longo do dia. Os termômetros devem variar entre 19°C e 32°C, uma diferença de 13°C entre a mínima e a máxima previstas para a capital.
Três pessoas ficaram feridas após um Volkswagen Gol vermelho capotar na BR-040, na altura do Viaduto do Catetinho, próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). O acidente ocorreu na tarde desta terça-feira (18/8), e o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado às 14h08.
A Justiça de Goiás recebeu a denúncia contra Renata de Almeida Pedreira e Sousa, acusada de matar Delson Carlos Henrique de Lima Barros a facadas e de ferir sua então companheira, Márcia Maria Carolly, dentro de um apartamento no Setor Bueno, em Goiânia. O crime ocorreu no dia 24 de julho deste ano.
A Justiça de Goiás recebeu a denúncia contra Renata de Almeida Pedreira e Sousa, acusada de matar o jornalista Delson Carlos Henrique de Lima Barros a facadas e de ferir sua então companheira, Márcia Maria Carolly. Com a decisão, Renata se tornou ré e passa a responder criminalmente pelo caso ocorrido no dia 24 de julho, no Setor Bueno, em Goiânia.
O juiz Jesseir Coelho decidiu manter a prisão preventiva da dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, acusada de matar o jornalista Delson Carlos, em Goiânia. A decisão, proferida na sexta-feira (7), negou o pedido de revogação da prisão ou de substituição da medida por cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
O juiz Jesseir Coelho manteve a prisão preventiva da dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, acusada da morte do jornalista Delson Carlos, em Goiânia. A decisão foi tomada na sexta-feira (07/08). O magistrado avaliou que a gravidade atribuída ao caso justificou a permanência da acusada no sistema prisional.
O juiz Jesseir Coelho manteve a prisão preventiva da dentista Renata de Almeida Pedreira e Sousa, presa pela morte do jornalista Delson Carlos. A decisão é de sexta-feira (7). “A gravidade concreta dos fatos imputados à acusada evidencia a necessidade da manutenção da custódia cautelar, como medida indispensável à garantia da ordem pública.
Uma mulher, que não teve a identificação divulgada, foi presa pela Polícia Militar após ser encontrada nas proximidades da casa da atual companheira do ex-marido, se recusar a informar a própria identidade aos policiais e desafiar a abordagem, em Montividiu, na região Sudoeste de Goiás.
A cuidadora Lucivane Batista Tavares morreu na última terça-feira (4), três dias depois de ser atacada pelo ex-companheiro na chácara onde morava, em Cromínia. A informação foi confirmada ao Mais Goiás pelo delegado Leylton Barros.
As comemorações pelos 178 anos de Rio Verde começam na manhã desta quarta-feira (5) com a realização da tradicional Alvorada. A cerimônia será realizada a partir das 6h, em frente ao Paço Municipal, e marca o início da programação oficial de aniversário da cidade.
A defesa de Renata de Almeida Pedreira e Sousa, presa pela morte do jornalista Delson Carlos, pediu à Justiça a revogação da prisão preventiva. O requerimento foi protocolado na 3ª Vara dos Crimes Dolosos contra a Vida de Goiânia. Os advogados afirmam que a investigada enfrentava um surto psicótico no momento do crime, provocado por intoxicação medicamentosa causada pelo uso de sedativos.