França mobiliza 70 mil policiais, drones e helicópteros para conter violência nos protestos
O governo da França anunciou o envio de 70 mil policiais e gendarmes para conter possíveis distúrbios durante os protestos previstos para este sábado, 24.
O governo da França anunciou o envio de 70 mil policiais e gendarmes para conter possíveis distúrbios durante os protestos previstos para este sábado, 24.
A França está reforçando a segurança em cidades francesas para os protestos convocados para o fim de semana, após as manifestações nacionais do último sábado, em que cerca de 3 mil lojas foram vandalizadas e saqueadas. O ministro do Interior, Laurent Nuñez, anunciou a convocação de 70 mil agentes para garantir a segurança das cidades.
O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou medidas para conter os protestos estudantis que vem ocorrendo no país nas últimas semanas. Uma das medidas é a proibição de manifestações em algumas cidades e o reforço da segurança nestes locais.
Milhares de manifestantes foram às ruas de Paris nesta quinta-feira (22) após um tribunal administrativo derrubar a proibição imposta pela polícia, após recurso apresentado pelos organizadores do protesto. A medida era necessária diante do risco de violência nas ruas, após grupos de jovens mascarados terem entrado em confronto com agentes, saqueado lojas e incendiado carros durante o fim de semana.
Autoridades francesas decretaram nesta quinta-feira (22) proibições ou restrições a novos protestos que surgem após as grandes manifestações do último fim de semana, que resultaram na pior onda de violência registrada no país em vários anos.
A Justiça francesa determinou a prisão de 217 pessoas condenadas em julgamentos acelerados relacionados à onda de distúrbios e saques que atingiu o país no fim de semana, disse nesta quinta-feira o ministro da Justiça, Gérald Darmin. Segundo ele, pelo menos 2,7 mil pessoas foram detidas desde sábado, das quais mais de mil já compareceram aos tribunais.
A França enfrenta a mais grave onda de protestos dos últimos anos. O país amanheceu sob toque de recolher em bairros de Paris, Lyon e Marselha, e o governo anunciou medidas de firmeza para conter uma mobilização que já deixou mortos, milhares de detidos e prejuízos estimados em centenas de milhões de euros.
O presidente da França, Emmanuel Macron, atribuiu nesta quinta-feira (22) os episódios de violência registrados no fim de semana a “ações lideradas por grupos radicais de extrema esquerda que pretendiam derrubar a República”, além de criminosos que aproveitaram as manifestações para promover saques.
FOLHAPRESS O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta quinta-feira (22) que protestos “ilegítimos” serão proibidos nos próximos dias e responsabilizou grupos da extrema esquerda e vândalos pela onda de violência durante os protestos do último fim de semana. “Queremos um retorno à calma”, disse.
“Queremos um retorno à calma”, afirmou nesta quinta-feira (22) o presidente francês, Emmanuel Macron, dois dias antes de novos protestos, acusando grupos de extrema esquerda de terem tentado “derrubar a República” durante os recentes distúrbios, a seis meses das eleições presidenciais.
O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira (22) novas restrições a manifestações após uma onda de violência, depredações e saques no país. Apenas protestos organizados por sindicatos serão autorizados no sábado (24), com trajetos definidos para proteger áreas comerciais e prédios públicos.
O Ibovespa futuro abriu em baixa de 0,57% nesta quinta-feira (22), aos 208,3 mil pontos, enquanto o dólar comercial subia 0,48%, cotado a R$ 5,051 na compra e R$ 5,052 na venda. Os juros futuros avançavam por toda a curva, com o DI para 2027 a 13,494%. O mini-índice com vencimento em dezembro de 2026 (WINZ26) abriu a sessão com baixa de 0,52%, aos 208.345 pontos.
A polícia de Paris decretou a proibição de manifestações em regiões da capital francesa, incluindo o Palácio do Eliseu, a Praça da Bastilha e pontos turísticos como o Louvre e a Champs-Élysées, enquanto a França se prepara para novos protestos nesta quinta-feira (22/10). A medida atinge também áreas próximas ao Parlamento.
A Arábia Saudita se comprometeu a fornecer um volume adicional de diesel à França “durante os meses que forem necessários”, anunciou nesta quarta-feira (21) o presidente francês, Emmanuel Macron, ao concluir uma viagem regional marcada pelos distúrbios registrados durante as manifestações do fim de semana na França. “Foi fechado um acordo com as autoridades sauditas para estender, por tantos meses quanto forem necessários, as quantidades adicionais de diesel que havíamos…
O presidente da França, Emmanuel Macron, acusou os líderes dos Estados Unidos e de Israel, Donald Trump e Benjamin Netanyahu, de incitar as manifestações dos coletes amarelos no país com objetivos eleitorais. A declaração ocorre em meio a um forte esquema de segurança em Paris, que inclui toque de queda e um grande contingente policial após os distúrbios do último sábado (17).
O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou nesta quarta-feira (21) as declarações de líderes estrangeiros sobre os distúrbios que atingiram o país no fim de semana, definindo as falas como “inaceitáveis” e “estúpidas”.
O presidente francês, Emmanuel Macron, denunciou nesta quarta-feira (21) comentários “estúpidos” feitos por líderes estrangeiros sobre os distúrbios ocorridos no fim de semana, líderes que, segundo ele, “fazem campanha às custas” da França, em uma crítica a Donald Trump e Benjamin Netanyahu.
O governo francês enfrenta um dilema entre gastar para conter os protestos que tomaram as ruas e a necessidade de acalmar os investidores, que vêm vendendo dívida pública do país. A dívida francesa se aproxima de 120% do PIB, e o custo com juros deve superar 90 bilhões de euros no próximo ano.
O presidente da França, Emmanuel Macron, viajou ao Kuwait para negociar o fornecimento de energia em meio a uma onda de tumultos que atingiu grandes cidades francesas. A decisão ampliou as críticas à sua liderança, enquanto o governo tenta conter a violência e responder à insatisfação popular.
Cerca de meio milhão de pessoas participaram no sábado (17) de manifestações na França contra o aumento do custo de vida, em ato que marcou o auge de quatro semanas de protestos iniciados por estudantes. A onda de manifestações se espalha por outros países europeus e ocorre às vésperas de eleições decisivas no continente.