Atletas nordestinos brilham na melhor participação do Brasil nas Olímpiadas
Três baianos e um potiguar trouxeram quatro das sete medalhas de ouro conquistadas em Tóquio. Sem contar que uma maranhense e uma baiana conquistaram medalha de prata.
Três baianos e um potiguar trouxeram quatro das sete medalhas de ouro conquistadas em Tóquio. Sem contar que uma maranhense e uma baiana conquistaram medalha de prata.
“Olê, mulher rendeira Olê, mulher rendá A pequena vai no bolso, a maior vai no embornal Se chora por mim não fica, só se eu não puder levar” MULHER RENDEIRA Letra original da música cuja autoria é atribuída a Lampião Maria Domingas dos Santos Neto, 50 anos, guarda com carinho um entremeio de dois centímetros de largura por 50 centímetros de comprimento feito por sua avó materna, que morreu há 40 anos.
A imagem de Nossa Senhora Divina Pastora, que é invocada por outros nomes sendo o segundo mais comum Nossa Senhora Mãe do Divino Pastor, e o painel da Paixão de Cristo chamam a atenção na igreja do Mosteiro de Jequitibá, hoje abadia e paróquia, na cidade de Mundo Novo, no sertão baiano.
Das folhas, espinhos e galhos da caatinga vêm a inspiração. O ecoartista plástico e professor de artes José Raimundo Carvalho dos Anjos, 58 anos, transforma vegetais em mulheres, troncos e folhagens em asas. Criatividade sem fim, um moto-continuo que cria sequências intermináveis de quadros.
Técnico agrícola, ministro extraordinário da Sagrada Comunhão, participante de pastorais e de movimentos comunitários, Edcarlos Araújo de Almeida, 27 anos, é conhecido pela maioria dos habitantes de Ichu, pequena cidade do nordeste baiano a cerca de 180 km de distância de Salvador (BA).