Avião da FAB lança 12 mil litros de água por voo contra incêndios no AM
O avião KC-390 Millennium da FAB lança água contra incêndios no Amazonas. O equipamento pode lançar 12 mil litros em uma operação.
O avião KC-390 Millennium da FAB lança água contra incêndios no Amazonas. O equipamento pode lançar 12 mil litros em uma operação.
O Amazonas registrou 7.815 focos de incêndios florestais de 1º de janeiro a 12 de outubro de 2026, segundo o sistema BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número representa alta de 116% ante os 3.611 focos do mesmo período de 2025. O governo federal reconheceu situação de emergência em 36 municípios do estado.
O governo federal investiga se há uma organização por trás dos incêndios que atingem o Amazonas. A força-tarefa já abriu 120 Termos Circunstanciados de Ocorrência, e o ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que os focos tiveram origem humana e prometeu punição exemplar aos responsáveis.
O Amazonas registrou 1.679 incêndios nas duas primeiras semanas de outubro, um aumento de 253% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).
A Força Nacional de Saúde foi enviada ao Amazonas para apoiar a rede de saúde nas áreas atingidas pelas queimadas. A equipe avaliará as necessidades dos serviços e contribuirá para a continuidade da assistência à população.
O número de focos de incêndio no Amazonas mais que dobrou em 2026, com 7.815 registros entre 1º de janeiro e 12 de outubro, alta de 116% ante o mesmo período de 2025, quando foram 3.611. Os dados são do Programa Queimadas, do Inpe, e foram obtidos por imagens de satélite.
A juíza Mara Elisa Andrade intima a União e os estados do Amazonas e Pará a explicarem os planos para combater os incêndios na Amazônia.
O Amazonas somou 540 novos focos de incêndio em 48 horas, número que supera a metade de tudo o que o Estado registrou em outubro de 2025, quando teve 874 focos em 31 dias, segundo o painel Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O pico foi no sábado (10), com 494 focos iniciados em um só dia, o maior volume do mês.
Nos dois últimos dias, o estado do Amazonas registrou 540 novos focos de incêndio em seu território. O número representa mais da metade dos focos detectados em todo o mês de outubro de 2025, quando foram registrados 874 focos em 31 dias, segundo o painel Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Sob uma camada densa de fumaça que voltou a encobrir Manaus, duas aeronaves KC-390 Millennium da Força Aérea Brasileira (FAB) iniciaram ontem uma ação de reforço no combate aos incêndios florestais que atingem o Amazonas há pelo menos um mês.
O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirmou que a situação climática no Amazonas é “mais grave do que o imaginado”, após sobrevoar a região de Autazes. Nesta segunda-feira (12), Manaus amanheceu coberta por fumaça e registrou a pior qualidade do ar do Brasil pelo quinto dia consecutivo, segundo o monitoramento da IQAir.
O Cerrado perdeu 238 km² de vegetação nativa em agosto deste ano. O número representa queda de 19% em relação a agosto de 2025, quando o desmatamento havia sido de 294 km². Os dados são do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O Cerrado chega ao seu dia, celebrado nesta sexta-feira (11), com uma redução nos alertas de desmatamento. Dados do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que a área sob alerta de perda de vegetação nativa caiu 19% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2025.
Nesta segunda-feira, 7, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do desfile cívico-militar do Dia da Independência no Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Tradicionalmente, o evento reúne autoridades de alto escalão do Executivo, Legislativo e Judiciário na capital federal (confira a lista abaixo).
O Consórcio Nordeste levou a pauta da ambiental da região da COP do Clima à da desertificação com o compromisso de garantir recursos para a transição necessária Ulaanbaatar (Mongólia). A agenda climática global vive um momento de transição crucial.
Via F5 – Após o presidente Lula (PT) e a primeira-dama Janja publicarem imagens do encontro com Leonardo Dicaprio nesta quarta-feira (2), o ator também divulgou fotos da reunião em Brasília, durante sua passagem pelo Brasil. Ele conversou com Lula e outros integrantes do governo brasileiro sobre a proteção da biodiversidade, dos territórios indígenas e de ecossistemas brasileiros.
Após o presidente Lula (PT) e a primeira-dama Janja publicarem imagens do encontro com Leonardo Dicaprio nesta quarta-feira (2), o ator também divulgou fotos da reunião em Brasília, durante sua passagem pelo Brasil.
O governo federal intensificou a articulação com Estados e municípios para preparar o País para os impactos do El Niño no ciclo 2026/2027, com atenção ao Centro-Oeste, onde a previsão inclui atraso das chuvas, temperaturas acima da média, escassez hídrica e aumento do risco de incêndios florestais.
Realizada na Mongólia, a COP17 terminou sem consenso sobre a integração ambiental global, travada por países desenvolvidos Ulaanbaatar (Mongólia). O encerramento da 17ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), realizada em Ulaanbaatar, na Mongólia, desenhou um panorama de intensos debates e desafios para o multilateralismo ecológico.
O Brasil submeteu nesta terça-feira (25) às Nações Unidas, pela primeira vez, sua meta nacional para conter a degradação de terras. O governo federal assumiu o compromisso de restaurar e evitar a deterioração de 3,6 milhões de km² até 2030 -equivalente a 43,1% do território nacional.