Crise entre Brasil e Argentina passa da retórica à ação, analisa ‘La Nación’ após fuga de Flávio
A conturbada relação entre os governos de Javier Milei e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu um novo patamar de tensão diplomática.
A conturbada relação entre os governos de Javier Milei e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu um novo patamar de tensão diplomática.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) chegou aos Estados Unidos na manhã desta quarta-feira, após perder as eleições presidenciais para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A notícia da chegada do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou destaque na imprensa internacional.
O voo com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a mulher e duas filhas pousou em Miami, nos Estados Unidos, às 10h24 desta quarta-feira, horário de Brasília. Imagens ao vivo do aeroporto mostraram ele e os familiares desembarcando do jatinho às 10h31.
O governo de Javier Milei confirmou que Flávio Bolsonaro entrou na Argentina na noite de terça-feira, a bordo de um avião particular, acompanhado de sua família. Segundo informações obtidas pelo jornal La Nacion junto a fontes oficiais, o senador do PL e seus familiares entraram no país pela fronteira de Puerto Iguazú, em Misiones, e partiram imediatamente para Guayaquil, no Equador.
A imprensa internacional repercute a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil após a derrota para Lula (PT) na eleição presidencial e a ordem emitida pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes para que entregasse o seu passaporte.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) teria entrado na Argentina a pé na noite de segunda-feira (26), segundo informações da emissora argentina Todo Noticias (TN). Ele teria apresentado documentos na passagem pela fronteira, mas não há confirmação sobre a presença de familiares.
O paradeiro do senador Flávio Bolsonaro (PL) ganhou destaque na imprensa argentina nesta terça-feira (27), após a veiculação de notícias de que ele teria deixado o Brasil em direção aos Estados Unidos, passando pela Argentina. Os jornais La Nación, Clarín e o portal Todo Noticias (TN) publicaram reportagens sobre o caso.
O governo da Argentina declarou nesta terça-feira (27) que não há registro de pedido de asilo político do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A informação contradiz reportagem do site argentino Infobae, que relatou uma suposta fuga do congressista depois de perder a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O senador Flávio Bolsonaro (PL) pode ter deixado o Brasil após ser derrotado neste domingo no segundo turno presidencial pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo informações do site argentino Infobae. O senador é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) e tinha sido intimado a entregar seus passaportes em 24 horas.
Um homem de 28 anos foi preso na noite de domingo, horário local, como principal suspeito do assassinato de Daniela Villalba, ocorrido na semana passada na Argentina. Renato Iván Tabella foi localizado e detido por detetives da Divisão de Homicídios da Polícia Municipal e agentes da Polícia de Córdoba, cidade onde ocorreu o crime.
Lula (PT) foi considerado o ‘estadista mais influente da América Latina’ após vencer Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais, segundo a imprensa internacional. A vitória do ex-presidente surpreendeu analistas e jornais pelo mundo enalteceram a sua trajetória política, descrevendo-o como um ‘grande sobrevivente’.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) A imprensa internacional continua repercutindo nesta segunda-feira (26) a vitória de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro na eleição brasileira à Presidência, ocorrida na véspera. Jornais pelo mundo descreveram o resultado como surpreendente e enalteceram o petista, chamando-o de “estadista mais influente da América Latina” e de “grande sobrevivente”.
A dramática vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno repercutiu de maneira ampla nos principais jornais internacionais.
A prorrogação do horário de votação neste segundo turno das eleições no Brasil está repercutindo na imprensa internacional. Diante de problemas no transporte público deflagrados Brasil afora, o ministro do STF Cristiano Zanin decidiu estender o horário de votação até as 19h.
Uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais do Brasil poderia consolidar o que alguns chamam de uma onda azul de governos de direita na região, escreveu o jornal argentino La Nación.
Uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais do Brasil consolidaria o que alguns, entre eles, o presidente da Argentina, Javier Milei, chamam de uma onda azul de governos de direita na região, escreveu o jornal argentino La Nación. “Será o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado e preso por tentativa de golpe de Estado, mais um do grupo?
O subsecretário de Estado americano, Christopher Landau, declarou na quinta-feira 23, durante viagem a Buenos Aires, que o governo da Argentina, chefiado pelo ultraliberal Javier Milei, é o mais alinhado ao de Donald Trump atualmente. “Acredito que não há outro país em todo o mundo com o qual estejamos tão alinhados quanto o governo da Argentina”, disse Landau em uma coletiva de imprensa ao lado do chanceler argentino, Pablo Quirno.
O Flamengo foi eliminado da Libertadores ontem, após perder para o Estudiantes nos pênaltis, no Maracanã. A partida emocionante ganhou destaque na imprensa internacional, com jornais franceses, espanhóis e argentinos destacando a cobrança de pênaltis absurdas e a defesa de três pênaltis por parte do goleiro Muslera.
Os tremores, a rigidez e as dificuldades de locomoção podem alterar profundamente a vida cotidiana de pessoas com Parkinson. Nesse contexto, o cardiologista Jorge Tartaglione destacou, em entrevista ao jornal argentino La Nacion, uma prática milenar que pode contribuir para melhorar o controle dos movimentos: o Tai Chi, uma arte marcial de origem chinesa que combina exercício físico, respiração e meditação.
O presidente da Argentina, Javier Milei, publicou um decreto que cria um plano de demissão voluntária para servidores federais, com estimativa de afetar 21.187 funcionários. A medida abrange trabalhadores de três grupos da administração pública, com exceção de militares e das áreas de segurança e inteligência, e prevê reduzir a força de trabalho estatal em 25% em três anos.