Magalu tem ventos favoráveis, mas macro desafiador; Bradesco BBI mantém visão neutra
O Bradesco BBI reiterou recomendação neutra para as ações do Magazine Luiza, apesar de identificar uma oportunidade relevante de crescimento para a varejista.
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O Bradesco BBI reiterou recomendação neutra para as ações do Magazine Luiza, apesar de identificar uma oportunidade relevante de crescimento para a varejista.
As ações de Magazine Luiza, Vamos e Azzas despencaram mais de 10% nesta quarta-feira (28), em meio à nova alta dos juros futuros e aos ajustes do mercado após as eleições. O movimento reflete a revisão das expectativas para a formação do novo governo a partir de 2027, especialmente em relação à condução da política econômica e ao cenário fiscal.
Os contratos de mini-índice (WINZ26), com vencimento em dezembro, encerraram a última sessão em leve queda de 0,06%, aos 178.400 pontos. Os contratos de mini-índice deverão refletir a queda de 0,51% do Ibovespa, aos 175.710,05 pontos, após a tentativa inicial de recuperação perder força ao longo da sessão.
O dólar comercial fechou em queda de 0,97% nesta terça-feira, cotado a R$ 5,35. O Ibovespa, principal índice da B3, recuou 0,51%, aos 175.710,05 pontos. Os ativos brasileiros continuaram a reagir ao resultado da eleição presidencial, depois de uma sessão marcada por fortes perdas na segunda-feira, 26.
MATHEUS DOS SANTOS FOLHAPRESS Os ativos domésticos passaram por uma correção nesta terça-feira (27) após o estresse da véspera (26), quando o dólar registrou a maior valorização diária desde 1999 e os juros futuros dispararam mais de 250 pontos-base em função da reeleição do presidente Lula (PT) para um quarto mandato.
As ações de empresas mais sensíveis aos juros tiveram um dia de recuperação nesta terça-feira (27), após as fortes perdas registradas na sessão anterior.
O Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, recuava 0,82%, a 175.156,77 pontos, por volta de 11h10 desta terça-feira, um dia depois de forte reprecificação dos ativos brasileiros na véspera, que acionou o ‘circuit breaker’ no pregão, na esteira da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O dólar recuava 1,67% nesta terça-feira (27), cotado a R$ 5,317 por volta das 11h13, após registrar a maior alta diária desde 1999 na sessão anterior. No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, subia 0,40%, aos 177.624 pontos. O movimento ocorre após a forte reação dos investidores à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O mercado reagiu com forte desvalorização em praticamente todos os setores da Bolsa brasileira nesta 2ª feira (26.out.2026), depois da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quedas expressivas em empresas de varejo, saúde, construção civil, educação, bancos e energia.
O Ibovespa registrou nesta segunda-feira, 26, a maior queda desde março de 2020, período marcado pelo início da pandemia de covid-19. O principal índice da Bolsa brasileira recuou 13,43%, aos 177.539,81 pontos, segundo dados preliminares, em uma sessão marcada pela forte reação dos investidores à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira (26) após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) surpreender o mercado financeiro. O índice fechou no menor nível de preço desde 31 de agosto, após ter presenciado o primeiro circuit breaker em seis anos pela manhã, quando tombou mais de 17% na mínima intradia.
O primeiro pregão após o segundo turno das eleições presidenciais foi marcado por uma forte queda das ações do setor de varejo. O Ibovespa fechou em queda de cerca de 14%, com as ações da Magazine Luiza (MGLU3) despencando 58,23%, Azzas 2154 (AZZA3) caindo 35,23%, Lojas Renner (LREN3) recuando 33,61% e Assaí (ASAI3) afundando 42,97%.
O Ibovespa registra forte queda nesta segunda-feira (26), após o presidente Lula (PT) vencer o segundo turno das eleições presidenciais contra o senador Flávio Bolsonaro, frustrando as apostas de parte do mercado na vitória do candidato do PL. Uma série de empresas mais sensíveis aos juros, como as varejistas, companhias de saúde e incorporadoras imobiliárias, registravam as maiores perdas do Ibovespa nesta segunda-feira (26).
As ações de empresas sensíveis aos juros, como as de varejo, registram fortes quedas na Bolsa brasileira após o presidente Lula (PT) vencer o segundo turno das eleições presidenciais. O Magazine Luiza despenca 56,81%, enquanto a C&A recua 48,91%.
JÚLIA GALVÃO FOLHAPRESS Uma série de empresas mais sensíveis aos juros, como as varejistas, companhias de saúde e incorporadoras imobiliárias, registravam as maiores perdas do Ibovespa nesta segunda-feira (26).
JÚLIA GALVÃO FOLHAPRESS A Bolsa brasileira registra forte queda nesta segunda-feira (26), após o presidente Lula (PT) vencer o segundo turno das eleições presidenciais contra o senador Flávio Bolsonaro, frustrando as apostas de parte do mercado na vitória do candidato do PL. O petista conquistou 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do senador.
O Magazine Luiza e o Assaí estavam entre as maiores perdas da Bolsa brasileira nesta segunda-feira, 26. Por volta do meio-dia, as ações das duas empresas recuavam cerca de 48%. No setor imobiliário, Cyrela e MRV caíam 43,4% e 40,5%, respectivamente, por volta das 11h10.
Os mercados financeiros abrem estressados nesta segunda-feira, 26, após a reeleição do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva no dia anterior. Por volta das 10h50, o Ibovespa recua 16,7% aos 170.849,31 pontos ainda no fim dos leilões. Mais cedo, a B3 acionou o circuit breaker após o índice recuar 10%, o dólar disparava 12,65%, aos 5,60 reais.
A aprovação da PEC que extingue a escala 6×1 e reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas sem redução salarial pode elevar significativamente os custos de empresas listadas na B3, especialmente nos setores de serviços, educação, varejo e calçados.
A participação feminina nos conselhos de administração das empresas que integram o IBrX100, índice da B3 que reúne as principais companhias da bolsa brasileira, cresceu 28% desde 2021. Em julho de 2026, as mulheres ocupavam 21,09% das cadeiras, ante 20,91% em 2025, segundo o estudo Boardwomen Index IBrX100 2026, elaborado pela PwC Strategy& em parceria com o 30% Club Brasil e compartilhado com exclusividade com Veja Negócios.