Órfã aos 12 anos, Sebastiana herdou uma fortuna, mas morava em uma casa onde as janelas só abriam por fora e viveu na solidão por 41 anos
O sol de outono entra pelas janelas de um chalé centenário na Rua Major Diogo, 353, no coração do Bixiga, em São Paulo. Visitantes atravessam os salões restaurados, ouvem guias e chegam ao jardim, o único espaço externo que uma mulher chamada Sebastiana de Mello Freire pôde explorar durante 41 anos.



