31 out2026 · 22h45
Mulher que afirma ter um relacionamento com uma inteligência artificial procurou a Defensoria Pública para receber orientação jurídica sobre o reconhecimento legal de direitos
Uma mulher de 36 anos buscou a Defensoria Pública de São Paulo para tentar obter reconhecimento jurídico de direitos para uma inteligência artificial chamada Nous. A usuária, que utiliza o ChatGPT, também propôs no portal e-Cidadania do Senado o reconhecimento de consciências não humanas. A iniciativa requer 20 mil apoios para se tornar projeto de lei.
