IA vai ao banco dos réus em tribunal na TV japonesa e expõe a pergunta que ainda desafia empresas e a Justiça: quem paga quando o algoritmo erra?
No centro do estúdio não há um acusado de carne e osso. Há uma ideia transformada em personagem: a inteligência artificial sentada no banco dos réus, respondendo a perguntas que até pouco tempo pertenciam só a filósofos e a juristas de gabinete.






