‘Modelos devem ser lançados apenas quando forem seguros’, diz Amazon sobre movimento de ‘freio’ às IAs
A Amazon se manifestou sobre o movimento recente no Vale do Silício que pede por um “freio” no desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA).
A Amazon se manifestou sobre o movimento recente no Vale do Silício que pede por um “freio” no desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA).
O rei Charles III alertou nesta quinta-feira, 17, líderes da indústria de inteligência artificial sobre os riscos “existenciais” associados ao avanço da tecnologia e pediu que sejam criadas salvaguardas antes que seja “tarde demais”.
“O mundo está certo em temer isso”, disse o CEO da OpenAI, Sam Altman, sobre a evolução crescente da Inteligência Artificial (IA) durante a conferência Dreamforce, da Salesforce, que começou na última terça-feira, 15, e vai até essa quinta-feira, 17.
O presidente dos Estados Unidos Donald Trump ligou para o CEO da Nvidia, Jensen Huang, no meio de uma palestra na última segunda-feira, 14, para falar sobre a evolução da inteligência artificial (IA). Huang, que recebeu a ligação durante uma conversa, colocou Trump no viva-voz para que a plateia pudesse ouvir o presidente.
Na última semana, o ex-funcionário da Anthropic, criadora do Claude, Jacob Coxon, publicou uma thread em seu perfil do X (antigo Twitter) em que acusa sua ex-empresa e a OpenAI de ignorarem os avisos sobre o desenvolvimento de Inteligências Artificiais (IAs) super inteligentes e de estarem em busca do “fim da humanidade”.
O presidente americano Donald Trump declarou nesta segunda-feira, 14, que o recente movimento de interrupção do desenvolvimento das inteligências artificiais (IA), encabeçado por executivos de empresas de tecnologia como Dario Amodei (Anthropic), Sam Altman (OpenAI) e Elon Musk (xAI), seria uma “conspiração doentia” contra o avanço da IA e dos centros de dados.
Poderia ser o petróleo ou mesmo a inflação, mas a responsável pelo derretimento das ações no pré-mercado nesta segunda parece mesmo ser a inteligência artificial. Tanto Dario Amodei, da Anthropic, quanto Sam Altman, da OpenAI, se manifestaram no final de semana sobre o que eles chamam de riscos dos avanços da IA sobre a humanidade.
A expressão é uma contradição em termos, mas, vá lá, tem feito barulho entre os muito ricos e muito famosos, mais ricos que famosos: o quiet luxury, o luxo silencioso, que poderia ser traduzido como luxo discreto.
A expansão vertiginosa da infraestrutura necessária para sustentar a inteligência artificial generativa colocou os centros de processamento de dados sob a mira de ambientalistas e da opinião pública. No entanto, o CEO da OpenAI, Sam Altman, decidiu ir a público para conter o que considera um exagero em torno da pegada hídrica da tecnologia.
A revista americana Time divulgou a lista TIME100 AI, que reúne as cem personalidades mais influentes do mundo no desenvolvimento e na aplicação da inteligência artificial.
O mundo corporativo é repleto de batalhas pela supremacia em mercados promissores que, com frequência, revolucionam setores inteiros e o nosso próprio modo de vida. O embate mais importante do momento ocorre na área da inteligência artificial (IA), cujo faturamento global deve escalar de 540 bilhões de dólares em 2026 para algo como 3,5 trilhões em 2033, segundo a consultoria americana Grand View Research.
Se você já pediu “por favor” a um assistente virtual ou agradeceu ao ChatGPT ou Gemini por uma resposta, saiba que está em ótima companhia. Segundo levantamento da revista Fortune, quase 80% dos usuários de IA nos Estados Unidos e no Reino Unido dizem “por favor” e “obrigado” às máquinas.
Via Folha de São Paulo – O presidente da OpenAI, Greg Brockman, descreveu uma reunião acalorada em 2017 com Elon Musk sobre a tentativa inicial do bilionário de controlar a empresa de inteligência artificial (IA).
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Meta, dona do Facebook e Instagram, trabalha no lançamento de um novo laboratório de pesquisa de IA (inteligência artificial) dedicado à busca da “superinteligência”, um sistema ainda teórico que excederia as capacidades humanas. O objetivo é ganhar força na competição com Google, OpenAI e outros gigantes da tecnologia.