Stephen King criou um dos palhaços mais assustadores do cinema, mas há um detalhe no livro de mil páginas que faz muita gente abandonar a leitura
Em setembro de 1986, chegou às livrarias americanas um volume grosso demais para caber confortável na mochila escolar e denso demais para quem esperava só sustos rápidos de bancada. Stephen King publicava It, romance que no Brasil circula como It, A Coisa, e que misturava a nostalgia crua da infância com um mal antigo capaz de voltar a cada geração na mesma cidade inventada do Maine.















