A reinvenção de Sara

Sara Raquel Nacif Baião, cientista social e mestranda em antropologia pela Ufba, viajou a Santa Brígida (BA) em 2011 para estudar rituais de morte. Apesar das dificuldades iniciais, foi acolhida por Zezito Apóstolo da Silva, mantenedor das tradições do beato Pedro Batista. A experiência resultou em amizade e cerca de 30 viagens à cidade, além do aprimoramento de sua fotografia.
Pontos-chave
- Sara Nacif pesquisou rituais fúnebres em Santa Brígida.
- Foi acolhida por Zezito, guardião das tradições do beato.
- A amizade gerou cerca de 30 viagens e fotografia aprimorada.
Contexto
A cidade de Santa Brígida é conhecida por suas práticas religiosas ligadas ao beato Pedro Batista, atraindo pesquisadores.
Dados da matéria
Quem disse
“Liguei para seu Zezito na maior cara de pau. Disse meu nome e contei que estava na cidade para estudar, mas que não tinha onde ficar. Perguntei se ele me hospedaria. ‘Pode vir, minha filha’ – respondeu.”
— Sara Raquel Nacif Baião
“Perguntei o que tinha lá e minha colega começou a citar cientistas sociais e antropólogos como Maria Isaura Pereira de Queiroz e Luiz Mott, todos ícones em suas áreas, que fizeram pesquisas na cidade.”
— Sara Raquel Nacif Baião