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Ficha nº 605347 Cultura 04/01/2017 · 05h59

A tradução da seca

Meus Sertões tom negativo
A tradução da seca
Imagem: Meus Sertões (reprodução)

DA LITERATURA AO CINEMA, O SERTÃO E O SERTANEJO EM VIDAS SECAS Clarissa Damasceno Melo Resumo: Este artigo propõe, considerando tanto a prosa da Geração de 30, quanto o movimento Cinema Novo, traçar a forma com que sertão e sertanejo foram representados em Vidas Secas; primeiro por Graciliano Ramos e depois por Nelson Pereira dos Santos em adaptação para o cinema; quando a literatura sobre a seca se transforma em fotografia da fome.

Pontos-chave

  • Ascendemos, de chofre, arrebatados na caudal dos ideais modernos, deixando na penumbra secular em que jazem, no âmago do país, um terço da nossa gente.
  • O sertão, portanto, será palco dessas contradições agravadas pelos problemas naturais gerados pelos longos períodos de estiagem.
  • Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2017/01/04/a-arte-e-a-seca/Publicado originalmente em 4 de janeiro de 2017
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