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Apego a bonecos reborn divide opiniões e acende alerta sobre saúde mental, aponta pesquisa

Diario de Aparecida tom positivo

Quando percebeu que a filha de 17 anos passou a dedicar horas diárias cuidando de um bebê reborn, com banho, mamadeira, carrinho e hora do sono, a empresária Renata Almeida, de 42 anos, entendeu que não era mais uma simples brincadeira. — No começo, achei curioso.

Pontos-chave

  • Mas, aos poucos, ela foi criando uma rotina com o boneco, como se realmente fosse um bebê.
  • Comecei a me perguntar se isso estava ocupando um espaço emocional maior do que deveria — conta.
  • Hoje ela faz acompanhamento com uma psicóloga, que tem nos ajudado a entender o que está por trás desse apego.
Fonte originalDiario de Aparecidahttps://www.diariodeaparecida.com.br/2025/05/27/apego-a-bonecos-reborn-divide-opinioes-e-a…Publicado originalmente em 27 de maio de 2025
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