AVC: a noite jamais amanhecida; a manhã para sempre adormecida

“O que ela tinha de partida, eu tinha de chegada. O que eu precisava de saudade, ela precisava de refúgio.
Pontos-chave
- Em silêncio, nós assistíamos à cena e chorávamos.
- Temíamos ser aquele o começo do fim.
- Uma valsa da saudade, tal qual a música que mamãe se esforçava para pronunciar as palavras.
Fonte originalCeara Crioulohttps://cearacriolo.com.br/avc-a-noite-jamais-amanhecida-a-manha-para-sempre-adormecida/Publicado originalmente em 30 de dezembro de 2024
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 09h21
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