Carlos Karoá escreve: ‘AS ARMAS DE FOGO’

A manhã estava radiante, aquecida com o sol de verão, dos meses de começo de ano. Pequenos bandos de andorinhas do norte do mundo, davam mostras no zigzaguear nos céus, avisando que logo logo teria um monte delas assentadas nos fios elétricos beiradeiros da torre da igrejinha do lugar.
Pontos-chave
- Era lá que, quando em revoadas e trinados barulhentos, se arranchavam de vez, quando chegavam do lado frio da terra.
- Cheinho que estava, escoava pelo sangradouro de segurança, as correntes negras do Gramacho e as aguas vermelhas do rio do Marrão.
- Também eu, andava com uma arma pendurada no pescoço, nos meus tempos de guri.
Fonte originalLeo Ricardo Notíciashttps://leoricardonoticias.com.br/carlos-karoa-escreve-as-armas-de-fogo/Publicado originalmente em 23 de agosto de 2026
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