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Ficha nº 1092489 Cultura 01/11/2026 · 17h36

Cómo Roland Barthes nos enseñou a fazer filosofia com a cultura pop: o design dos Citroën, a luta livre e o vinho francês

Título original: Cómo Roland Barthes nos enseñó a hacer filosofía con la cultura pop: el diseño de los Citroën, la lucha libre y el vino francés

Edição Brasil no EL PAÍS por Jaime Rubio tom neutro original em ES
Cómo Roland Barthes nos enseñou a fazer filosofia com a cultura pop: o design dos Citroën, a luta livre e o vinho francês
Imagem: Edição Brasil no EL PAÍS (reprodução)

O artigo analisa a obra 'Mitologias' de Roland Barthes, que investiga a ideologia implícita na cultura popular. Através de exemplos como o design de carros e a luta livre, o texto discute como mitos deformam a realidade para sustentar estruturas de poder. A análise conecta a semiologia de Barthes a teóricos contemporâneos e ao impacto da inteligência artificial.

Pontos-chave

  • Roland Barthes identifica ideologias ocultas em objetos e práticas da cultura popular.
  • O conceito de mito serve para naturalizar valores de grupos dominantes.
  • A metodologia de Barthes influencia a crítica contemporânea, do cinema à inteligência artificial.

Contexto

A reedição do livro 'Mitologias' de Roland Barthes motiva a reflexão sobre a semiologia e a cultura de massa.

Dados da matéria

ano de publicação do livro Mitologias1957
ano de publicação da biografia de Roland Barthes2023

Quem disse

“una anatomía de la distorsión ideológica”

— Andy Stafford, professor na Universidade de Leeds

“Su función es la de deformar, no la de hacer desaparecer”

— Roland Barthes
Fonte originalEdição Brasil no EL PAÍShttps://elpais.com/ideas/2026-10-26/como-roland-barthes-nos-enseno-a-hacer-filosofia-con-l…Publicado originalmente em 1 de novembro de 2026
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