Congelamento de óvulos cresce entre mulheres mais jovens

O congelamento de óvulos tem aumentado no Brasil, especialmente entre mulheres com menos de 35 anos, segundo dados da Anvisa e do Google Trends. O procedimento é visto como planejamento reprodutivo, não mais como medida emergencial. Especialistas e celebridades contribuem para normalizar o debate.
Pontos-chave
- Ciclos de congelamento de óvulos cresceram 98% entre 2020 e 2023.
- Buscas por 'congelar óvulos' aumentam, com picos em fevereiro.
- Procedimento é visto como planejamento, não emergência.
Contexto
Mudança de comportamento social e avanços tecnológicos impulsionam o congelamento de óvulos como ferramenta de planejamento familiar.
Dados da matéria
Quem disse
“O congelamento de óvulos passou a ser entendido como uma ferramenta de planejamento, e não mais como uma decisão de última hora. As mulheres querem previsibilidade e liberdade para decidir quando será o momento certo.”
— Claudia Padilla, especialista em medicina reprodutiva
“Em 2026, o planejamento reprodutivo está muito mais associado ao conhecimento do próprio corpo do que à pressa. Quando a mulher entende como a fertilidade evolui, ela ganha autonomia para fazer escolhas alinhadas ao seu projeto de vida.”
— Claudia Padilla, especialista em medicina reprodutiva
“Planejar a fertilidade não significa adiar sonhos, mas criar possibilidades. É uma forma de cuidado com o futuro e com a liberdade de escolha.”
— Claudia Padilla, especialista em medicina reprodutiva