Corinthians reduz despesas da base em 60% e Erasmo Damiani detalha desafios da reestruturação
O Corinthians reduziu em 60% os gastos das categorias de base no primeiro ano da gestão de Erasmo Damiani, que assumiu em outubro de 2025. A reestruturação incluiu corte de funcionários e atletas, e o dirigente comparou o período sem competições a uma 'segunda pandemia'. O clube enfrentou a ausência de jogos de alto nível após sair do Movimento de Clubes Formadores.
Pontos-chave
- Redução de 60% nas despesas da base.
- Corte de 13% dos funcionários do departamento.
- Período sem competições comparado a segunda pandemia.
Contexto
Corinthians saiu do Movimento de Clubes Formadores após impasse com Palmeiras sobre contratação de Pedro Morelli.
Dados da matéria
Quem disse
“A base do Corinthians sofreu uma segunda pandemia. A diferença é que a primeira foi para todo mundo, enquanto essa segunda pandemia foi só para o Corinthians.”
— Erasmo Damiani, executivo do Corinthians
“Imagine os meninos ficando um ano e meio sem jogar e sem confrontar um nível alto. Houve uma perda no desenvolvimento. Enquanto isso, os demais clubes continuaram competindo e evoluindo.”
— Erasmo Damiani, executivo do Corinthians
“Quando se fala em atleta, as pessoas pensam apenas no salário ou na bolsa. Mas existe alimentação, transporte, lavanderia, uniforme, plano de saúde, suplementação, alojamento e uma série de despesas indiretas.”
— Erasmo Damiani, executivo do Corinthians