Da agulha ao tecido: os pontos que tecem histórias e conectam gerações
Aos 11 anos, aprendi com o ponto cruz uma linguagem para transformar afeto em matéria. Comecei a bordar porque queria presentear um primo que iria nascer. Lembro que foi em um sábado à tarde, na casa da minha avó, que o aprendizado aconteceu.
Pontos-chave
- Lembro que foi em um sábado à tarde, na casa da minha avó, que o aprendizado aconteceu.
- Estávamos sentadas no sofá, ela ao meu lado direito com uma revista no colo e nas mãos uma faixa de etamine e agulha.
- Ela me disse que me ensinaria da mesma forma que ensinou minha madrinha, começando pelo ponto básico, bordando um pequeno coração e um patinho.
Fonte originalSite Avoadorhttps://avoador.com.br/da-agulha-ao-tecido-pontos-que-tecem-historias/Publicado originalmente em 22 de maio de 2026
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Quem e o quê aparece nesta notícia
CidadeVitória
EmpresaClube de Regatas do Flamengo
CidadeVitória da Conquista
ÓrgãoReitoria da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
ÓrgãoCoordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core
PaísBrasil
EstadoBahia
CidadeJuazeiro
LocalZona Rural
PessoaSudoeste da Bahia
PessoaCurso de Jornalismo da Uesb
PessoaMosália Andrade
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 10h46
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