Desenterro do cão

Sob o sol escaldante e em silêncio, o cortejo alternava o ritmo da caminhada, de acordo com o terreno. Suado, Quinho de Manoel Guarda, em passos apressados, carregava uma caixa de papelão e Ancelmo de Lourdes Libânia levava nos ombros uma pá.
Pontos-chave
- Dentro estava o cadáver de Mimo, um cachorro chato que foi companhia de Carmelita Cruz durante anos.
- Não consideravam nada cristão enterrar o animal.
- Não se tem notícia de que na história da pequena e calorenta Rodelas o cadáver de um animal tenha tido tal destino.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2017/02/08/2844/Publicado originalmente em 8 de fevereiro de 2017
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 23h23
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