Governo pede à Conitec incorporação de canetas emagrecedoras no SUS
O Ministério da Saúde protocolou pedido à Conitec para incluir canetas emagrecedoras (GLP-1) no SUS, citando aumento da obesidade no Brasil e redução de custos. A Conitec havia rejeitado a inclusão em agosto, mas o cenário mudou. O ministro Alexandre Padilha afirmou que o uso será responsável.
Pontos-chave
- Ministério da Saúde pede incorporação de GLP-1 no SUS.
- Obesidade cresceu de 11,8% para 25,7% entre 2006 e 2024.
- Custos caíram 70% com aumento da concorrência.
Contexto
A Conitec rejeitou a inclusão em agosto por alto impacto financeiro, mas o MS argumenta que o cenário mudou.
Dados da matéria
Quem disse
“Até o momento, 25 canetas emagrecedoras já foram registradas no país, sendo 14 delas em 2026, fruto direto da estratégia de fomento do Ministério e da Anvisa, incluindo versões produzidas nacionalmente e medicamentos genéricos.”
— Ministério da Saúde, em nota
“O que estava custando R$ 1,7 mil, R$ 2 mil, já está entre R$ 300 e R$ 400 na farmácia, aumentando o acesso. Isso já ajuda muita gente. Mas a gente quer uma outra coisa: colocar essa medicação no SUS como um direito. E vamos fazer isso de forma responsável.”
— Alexandre Padilha, ministro da Saúde