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Ficha nº 228320 Cultura 14/01/2026 · 20h58

‘Hamnet’ emociona, mas se apoia no prestígio eterno de Shakespeare

‘Hamnet’ emociona, mas se apoia no prestígio eterno de Shakespeare
Imagem: Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente (reprodução)

Inácio Araujo (Folhapress) – A julgar pelos filmes sobre Shakespeare que nos chegam de tempos em tempos, o maior dramaturgo moderno foi, no fundo, o criador da autoficção. Segundo “Shakespeare Apaixonado”, que ganhou o Oscar de 1998, ele escreveu “Romeu e Julieta” sob o efeito de uma paixão avassaladora.

Pontos-chave

  • Então, um Shakespeare atormentado, em crise com sua amada mulher, Agnes, dará ao mundo nada menos do que “Hamlet”.
  • O abandono aqui é central, porque a protagonista do filme de Chloé Zhao é muito mais Agnes —Jessie Buckley— do que o dramaturgo.
  • Ele é o homem instruído, que sente necessidade de partir para Londres, abrir horizontes, deixando a família no lugarejo, aos cuidados de Agnes.
Fonte originalDiário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligentehttps://www.dm.com.br/entretenimento/hamnet-emociona-mas-se-apoia-no-prestigio-eterno-de-s…Publicado originalmente em 14 de janeiro de 2026
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