MANJAR COM MEL – POEMA DE ROBERTO DE SENA

Seu Joaquim, inesperadamente, bateu as botas, morreu hoje deve ter virado só esqueleto mas nunca mais recebeu uma cobrança, Uma ligação, um boleto Também se foi seu José do Ananás e não teve mais que se preocupar com o preço da luz, do feijão, do arroz ou do gás Morreu dona Lidia e não mais podemos ver seu lindo sorriso seu belo rosto e o governo ficou puto porque também…
Fonte originalMural do Oestehttps://muraldooeste.com/manjar-com-mel-poema-de-roberto-de-sena/Publicado originalmente em 14 de junho de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 11h48
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