Martim rezador

Martim Tintino, beiradeiro de nascença, benzedor de profissão, benzia sem cobrar um tostão. Homem de baixa estatura trajava terno azul, pitava cigarro de palha, andava a pé, bengala à mão. Todas as tardes, as crianças esperavam sua passagem na rua, para ajoelhar aos pés do benfeitor, querendo pegar-lhe da mão para beijar e pedir balas de rapadura, proferindo agradecimentos e bênção.
Pontos-chave
- Assim o benzedor dizia: “Deus que te cria pra mim ma fia, do imbigo pra baixo é de Martim Tintino, do imbigo pra riba é de Deus.
- Vestida a reza não entra.” “Já vem ele com as benzedura.
- Eu num acredito nessas coisas” – disse a outra moça, que estava ao lado.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2018/01/30/beiradeiro-benzedor/Publicado originalmente em 30 de janeiro de 2018
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 21h47
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