Medicina, Direito e mais: governo proíbe educação à distância em cinco cursos
O presidente Lula assinou decreto que proíbe cursos de Medicina, Direito, Odontologia, Enfermagem e Psicologia na modalidade EaD. A nova política de educação à distância estabelece que pelo menos 20% da carga horária dos demais cursos seja presencial ou síncrona, com avaliações presenciais obrigatórias. As instituições têm até dois anos para se adaptar.
Pontos-chave
- Proibição de EaD para cinco cursos superiores.
- Novas regras exigem presencialidade mínima de 20%.
- Instituições têm dois anos para se adaptar.
Contexto
Governo busca melhorar qualidade do EaD após crescimento de 179% nas matrículas em oito anos.
Dados da matéria
Quem disse
“O decreto hoje que o presidente assina estabelece uma nova política da educação à distância, um novo marco regulatório. Acreditamos que o EaD pode proporcionar aos estudantes uma experiência rica quanto aos demais cursos aos estudantes desde que haja o efetivo compromisso com todos os processos de ensino e aprendizagem que se estabelece nesse modelo.”
— ministro da Educação, Camilo Santana