Navalha na carne
Sotaque de um povo nas barrancas do Velho Chico Era uma noite quente e sombria. Na calada da noite a matraca corria solta, comendo no centro, matraque…matraque… catraque…catraque… João Mirou puxava a lamentação. Parando de estação em estação, em meio a benditos e Pais-Nossos.
Pontos-chave
- Parando de estação em estação, em meio a benditos e Pais-Nossos.
- O trinado das lâminas, que regia a “disciplina dos pinitentes”, zunia aos ouvidos.
- O encarnado nas anáguas brancas, era visível, o sangramento denunciava a autopunição.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2018/04/06/o-trinar-da-navalha/Publicado originalmente em 6 de abril de 2018
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 16h23
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