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Ficha nº 527454 Tecnologia 15/05/2018 · 07h00

No Alto do Silva

Meus Sertões tom positivo

SOTAQUE DE UM POVO NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO. Seu Pombal, seria melhor o senhor ter dito que: “A escola não deve negar a existência de determinadas variedades linguísticas dentro do país, para que não se crie um preconceito”; e essa carga não recaia sobre a influência das línguas africanas no português brasileiro.

Pontos-chave

  • Marquês, seu decreto não passou nem perto do Alto do Silva.
  • Aqui a gente brinca com as palavras, aqui temos liberdade para trocar letra, mudar o nome das coisas, inventar outra sonoridade… Aqui a gente pinta o sete.
  • Aqui é como lá que chama canjica de mungunzá, lá é como aqui que chama ananás de abacaxi.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2018/05/15/8024/Publicado originalmente em 15 de maio de 2018
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