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Ficha nº 383148 Meio Ambiente 24/04/2024 · 08h00 Situação: em andamento ● relevante

O futuro começa no semiárido – Final

Meus Sertões tom misto
O futuro começa no semiárido – Final
Imagem: Meus Sertões (reprodução)

A reportagem analisa a expansão da energia solar no semiárido brasileiro, com foco em Ibimirim, Pernambuco. O texto discute a contradição entre o crescimento do setor e a exclusão de populações vulneráveis devido à falta de políticas públicas e ao alto custo de instalação.

Pontos-chave

  • A transição energética no Brasil mantém a exclusão social sem políticas públicas adequadas.
  • A geração distribuída de energia solar é inacessível para a população mais pobre.
  • Projetos de pequena escala em Pernambuco mostram potencial, mas enfrentam falhas de manutenção.

Contexto

O Brasil busca reduzir emissões de gases estufa e expandir energias renováveis para cumprir metas climáticas globais.

Dados da matéria

OndeIbimirim/PE
Custo estimado de instalação de sistema solarR$25.000,00
Potência instalada de energia solar no primeiro trimestre de 202441 gigawatts (GW)
Habitantes de Ibimirim concentrados na zona rural44,74%
Meta de redução de emissões de gases até 202548%

Quem disse

“A geração distribuída é destinada até agora a uma classe da sociedade que tem condições financeiras para instalar painel solar na sua casa lote.”

— Cássio Cardoso, engenheiro elétrico e assessor político no Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC)

“As empresas não têm interesses em aportar dinheiro em projetos pontuais.”

— Leandro Carvalho, coordenador de projeto do Semiárido Sustentável
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2024/04/24/o-futuro-comeca-no-semiarido-parte-3/Publicado originalmente em 24 de abril de 2024
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