O guardião da memória

Faz tempo que Jeová Pinto de Santana, 74 anos, deixou de participar dos adjutórios em Itatim, cidade baiana que já se chamou Tanquinho. Ele lembra que era comum as pessoas quebrarem licuri nos dias úteis e no final de semana receberem amigos e vizinhos para um “djutório” (ajuda) para descascar o coquinho do licurizeiro, usado para fazer óleo, doces, licores.
Pontos-chave
- O trabalho feito com alegria era regado a uma boa refeição e, no final, comemorado com cantigas de rodas e samba.
- O pé no chão foi substituído por jogos eletrônicos.
- Também se foi a época em que as relações pessoais eram mais cordiais: “O filme Central do Brasil retrata muito bem o que acontecia em Itatim.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2017/12/19/o-guardiao-da-memoria/Publicado originalmente em 19 de dezembro de 2017
Ler na fonte
Quem e o quê aparece nesta notícia
Relacionadas no arquivo
Santana não aceita comandar campanha presidencial de Flávio BolsonaroTJBA realiza mutirão gratuito para pessoas em situação de rua em Vitória da ConquistaColisão entre dois caminhões interdita trecho da BR-324 em Feira de SantanaCom impulso do voto metropolitano, Lula ganhou força em todas as capitaisCom impulso do voto metropolitano, Lula ganhou força em todas as capitaisURGENTE: MORADORA DE PRESIDENTE TANCREDO NEVES É INTUBADA E PRECISA DE REGULAÇÃO PARA UTI
Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 21h48
Pedir correção ou remoção