O japonês do sertão – Parte 2
O PIONEIRO Antônio Aparecido Pereira, o Cido, começou a trabalhar na roça aos 7 anos para ajudar o pai a sustentar a família, que incluía a mãe e sete irmãos. Abandonou os estudos na quinta-série por não conseguir mais conciliar lápis e caderno com a enxada.
Pontos-chave
- Concluiu que “a roça não dava a camisa a ninguém” quando chegou à maioridade.
- Nos primeiros 60 dias na cidade grande, em 1987, Cido quebrou pedras e ajudou a construir calçadas.
- O argumento usado foi que a atividade era mais tranquila e garantia salário um pouco maior.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2018/11/23/9500/Publicado originalmente em 23 de novembro de 2018
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Quem e o quê aparece nesta notícia
EstadoSão Paulo Futebol Clube
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LocalZona Rural
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CidadeCondeúba
CidadeParnaíba
CidadeCordeiros/BA
PessoaCentral de Abastecimento Farmacêutico
CidadeCaxias do Sul
LocalFaria Lima
PessoaCido Pereira
LocalVila Mariana
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 10h26
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