Ir para o conteúdo

O resgate dos almanaques

Meus Sertões tom positivo

A tese “Histórias e Leituras de Almanaques no Brasil”, da doutora em educação Margareth Brandini Park, nos brinda com um personagem fantástico.

Pontos-chave

  • Vicente, pajem de uma família influente, conta que a primeira vez que viu um “armanaque” foi no orfanato, em 1828.
  • O almanaque e a Bíblia eram os únicos livros que tinha acesso. “Lá (no orfanato) se usava os remédio indicado nele.
  • A professora ensinava as letras e eu procurava as letras no armanaque (sic)” – conta.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2019/01/24/o-resgate-dos-almanaques/Publicado originalmente em 24 de janeiro de 2019
Ler na fonte

Quem e o quê aparece nesta notícia

Relacionadas no arquivo

Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 10h26 Pedir correção ou remoção