Observação de libélulas promove ecoturismo comunitário em reserva extrativista do Pará

Um estudo liderado por pesquisadores da Ufopa e UFPA analisa o potencial do entomoturismo baseado na observação de libélulas na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, no Pará. A pesquisa destaca que a atividade pode promover o desenvolvimento socioeconômico e o empoderamento de populações indígenas e não indígenas locais.
Pontos-chave
- Libélulas servem como bioindicadores de qualidade ambiental nos riachos da Amazônia.
- O ecoturismo comunitário visa envolver populações locais na gestão e conservação.
- Mulheres assumem protagonismo crescente na liderança de comunidades amazônicas.
Contexto
O estudo discute o entomoturismo como alternativa econômica e de conservação em unidades de conservação brasileiras.
Dados da matéria
Quem disse
“o CBET concentra-se na conservação da biodiversidade, envolvendo comunidades locais na gestão e operação de atividades turísticas a fim de promover a cultura local e fomentar o desenvolvimento socioeconômico.”
— estudo
“Isso demonstra que, cada vez mais, as mulheres assumem o protagonismo em questões associadas à liderança, ao desenvolvimento e ao progresso das comunidades amazônicas”
— estudo