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Parto beiradeiro

Meus Sertões tom negativo

SOTAQUE DE UM POVO NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO. TER UMA ÉGUA E SER PARTEIRA NA REGIÃO DO TABULEIRO A noite era de lua clara e um vento do lado norte balançava a paia seca do carnaubal. Eu já descansava o resto de esqueleto, numa cama de vara, quando o vento silenciou, deixando ecoar uma voz na banda esquerda da casa. “Celina!” Valha – me, minha Santíssima!

Pontos-chave

  • A essa hora coisa boa não é, pensei.
  • Botei a sela no lombo do animal e arochei a cia.
  • Foi a maior carreira que eu dei na minha vida.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2018/02/06/parto-beiradeiro/Publicado originalmente em 6 de fevereiro de 2018
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