Reformas de Milei não geram empregos e informalidade sobe na Argentina
As duas reformas trabalhistas do governo de Javier Milei ainda não impulsionaram a criação de empregos formais na Argentina. Dados oficiais mostram que, desde a Lei Bases, em julho de 2024, foram eliminados 106.927 postos com registro no setor privado. A informalidade subiu de 41,4% para 45% em dois anos.
Pontos-chave
- A informalidade subiu de 41,4% para 45% em dois anos.
- No período, a proporção de assalariados sem registro passou de 36,4% para 37,9%, cerca de 100 mil trabalhadores a mais sem direitos trabalhistas nem contribuições previdenciárias.
- Desde a entrada em vigor da Lei de Modernização Trabalhista, em março de 2026, foram cortados 36.531 postos com registro.
Fonte originalJornal Brasil em Folhashttps://brasilemfolhas.com.br/2026/10/reformas-de-milei-nao-geram-empregos-e-informalidade…Publicado originalmente em 3 de outubro de 2026
Ler na fonte
Quem e o quê aparece nesta notícia
PessoaJavier Milei ★
ÓrgãoPortal Brasil do Governo Federal
PessoaReformas de Milei
PaísArgentina
PessoaSandra Martins
PessoaEstatuto da Segurança Privada
0 favorecidas1 prejudicada5 neutras
Relacionadas no arquivo
Itamaraty convoca representante argentino por suposta cooperação na fuga de Flávio BolsonaroLula decide convidar Donald Trump e Javier Milei para sua posseItamaraty convoca diplomata argentina para explicar ajuda a FlávioBrasil inaugura mercados de pecuária em Bangladesh e ColômbiaAlcolumbre fixa votação da PEC da Segurança; governo busca maioridadeRio de Janeiro registra 74 casos de Mpox em dois meses
Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 21h16
Pedir correção ou remoção