REMENDOS – POEMA DE ROBERTO DE SENA
Na minha infância – pobre e miserável em Barreirinhas minha mãe colocava remendos em minha roupa para que eu fosse à escola. Ela costurava em uma máquina marca Singer que para funcionar era preciso girar a maneira de uma manivela Eu ficava envergonhado em ir para escola com remendos na roupa.
Pontos-chave
- Se viva ela fosse, costuraria remendos em minha alma cada vez mais rasgada cada vez mais despedaçada.
- Alma velha, de homem velho e já sem alma.
Fonte originalMural do Oestehttps://muraldooeste.com/remendos/Publicado originalmente em 30 de maio de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 11h49
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