Senador eleito defende jornadas de “12, 14, 16 horas” ao criticar fim da escala 6×1
O senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), criticou o fim da escala 6×1 e defendeu jornadas mais longas, citando brasileiros nos EUA. Ele também questionou a proteção trabalhista brasileira. As declarações ocorreram antes da discussão da PEC que reduz a jornada para 40 horas semanais.
Pontos-chave
- Mauro Mendes defende jornadas de até 16 horas diárias.
- Ele critica a legislação trabalhista brasileira.
- PEC que reduz jornada para 40 horas está em discussão no Senado.
Contexto
A PEC que prevê o fim da escala 6×1 e redução da jornada para 40 horas semanais está em discussão no Senado, com apoio do governo Lula.
Dados da matéria
Quem disse
“Lá nos Estados Unidos nós temos aí milhares e milhares e centenas de milhares de brasileiros que fogem daqui, entram clandestinamente nos Estados Unidos para trabalhar 12, 14, 16 horas por dia, 10 horas por dia, e ganham muito mais por isso e têm qualidade de vida melhor.”
— Mauro Mendes, senador eleito
“No Brasil, se um trabalhador trabalhar 11 horas por dia, o patrão, a empresa, vai ser processado por trabalho escravo. Olha que absurdo.”
— Mauro Mendes, senador eleito
“Não precisa achar que o Estado tem que proteger todo mundo, que tem que criar leis rígidas para proteger o trabalhador. Tem que ter uma relação justa entre trabalho e capital.”
— Mauro Mendes, senador eleito