Tesouraço de Flávio Bolsonaro ameaça aporte de R$ 104 bi na educação e impõe privatizações
O plano de governo de Flávio Bolsonaro prevê cortes profundos em despesas públicas, o que pode afetar a educação. A gestão Lula recompos R$ 104,2 bilhões no orçamento do MEC entre 2023 e 2026. Especialistas temem cortes em programas como Pé-de-Meia e privatização das universidades federais.
Pontos-chave
- Plano de Flávio prevê cortes na educação.
- Lula recompos R$ 104,2 bi no MEC.
- Risco de privatização de universidades.
Contexto
Disputa eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro, com propostas opostas para a educação pública.
Dados da matéria
Quem disse
“O aceno da campanha do Flávio é um aceno de extinção do Pé-de-Meia, porque o corte, o tesouraço, seja lá como for, ele terá que incidir sob despesa discricionária.”
— Gregório Grisa, Secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino do Ministério da Educação
“Uma das metas do PNE é ampliar os recursos públicos da educação para que se possa atingir 10% do PIB. Então, já no início da implementação do PNE, ter cortes de recursos públicos inviabiliza a sua concretude.”
— Adriana Dragone, pesquisadora e presidente da Fineduca