Uma nova economia a partir do Semiárido brasileiro

O Semiárido brasileiro é apresentado como território estratégico para a economia de baixo carbono, focando em energias renováveis e bioeconomia. Discussões na ICID III e COP Nordeste em Fortaleza destacam o potencial da Caatinga na captura de carbono e a necessidade de políticas públicas integradas.
Pontos-chave
- Nordeste possui alto potencial para energias solar, eólica e hidrogênio verde.
- A Caatinga é destacada como bioma eficiente na captura de carbono.
- Propostas de crédito de carbono integral buscam remunerar pequenos agricultores locais.
Contexto
A região Semiárida busca protagonismo na agenda climática global e na COP30 através de modelos econômicos regenerativos.
Dados da matéria
OndeFortaleza/CE
Quando1 set 2025
pessoas que habitam o Nordeste sob clima semiárido28 milhões
do território nacional representado pelo Nordeste10%
associados da Associação dos Produtores de Crédito de Carbono Social108
membros da Cooperativa de Crédito de Carbono Integral85
dos continentes cobertos por terras secas45%
Quem disse
“As ações para enfrentar a crise climática têm que acontecer na dimensão da economia.”
— Sérgio Xavier, coordenador executivo do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima
“O importante é que as regiões secas precisam ser ouvidas nos debates climáticos”
— Antonio Rocha Magalhães, diretor das três edições da ICID
“Nos municípios é onde a degradação acontece, mas também onde nascem as soluções”
— Alexandre Pires, diretor do Departamento de Combate à Desertificação do MMA
Fonte originalAgência Eco Nordestehttps://agenciaeconordeste.com.br/cop30/nova-economia-semiarido/Publicado originalmente em 16 de outubro de 2025
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Quem e o quê aparece nesta notícia
AssuntoCaatinga ★
PessoaSérgio Xavier ★
ÓrgãoFórum Brasileiro de Mudança do Clima
EventoCOP Nordeste
CidadeFortaleza
3 favorecidas0 prejudicadas2 neutras
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Resumo gerado com apoio de IA · google/gemma-4-31B-it-turbo · coletado em 31 out 2026 · 04h40
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