Assédio eleitoral: denúncias dobram em outubro
As denúncias de assédio eleitoral no trabalho chegaram a 2.009 em 2026, segundo dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) contabilizados até as 17h desta segunda-feira (26/10).
As denúncias de assédio eleitoral no trabalho chegaram a 2.009 em 2026, segundo dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) contabilizados até as 17h desta segunda-feira (26/10).
O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 1.937 denúncias de assédio eleitoral até essa segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições. Desse total, 946 ocorreram entre os dois períodos.
O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) entrou com uma ação civil pública contra a deputada estadual Índia Armelau (PL) por ela ter sugerido que empresários demitissem funcionários que manifestaram apoio ao presidente Lula (PT).
Após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, a psicóloga Mara Suassuna afirmou que empresários entraram em contato com ela para substituir empregados com essa orientação política por outros, alinhados à direita. A goiana viralizou nas redes sociais ao dizer que não selecionava candidatos ‘petistas’ para vagas de emprego.
O influenciador Rico Melquiades usou as redes sociais para lamentar a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais e pediu respeito após ser alvo de piadas dos internautas. Após fazer campanha para o candidato do PL e prometer deixar o Brasil caso ele perdesse, Rico virou alvo de deboches nas redes sociais.
ISABELA FAGGIANI SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) Rico Melquiades usou as redes sociais nesta segunda-feira (26) para lamentar a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Após fazer campanha para o candidato do PL e prometer deixar o Brasil caso ele perdesse, o influenciador virou alvo de piadas dos internautas.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que apoiou Flávio Bolsonaro (PL) na campanha eleitoral, divulgou uma nota nesta segunda-feira (26) onde reconhece o fim do processo eleitoral e deseja que o novo governo ‘acerte e recupere a economia’.
BRUNO RIBEIRO FOLHAPRESS Acusado pelo PT de restringir a oferta de transporte público no domingo (25) e alvo do Ministério Público do Trabalho por suspeita de assédio eleitoral, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que apoiou Flávio Bolsonaro (PL), divulgou uma nota nesta segunda-feira (26) em que reconhece o fim do processo eleitoral e deseja que o novo governo “acerte e recupere a economia”. “Terminado o processo eleitoral,…
O advogado do PT e coordenador de campanha da equipe jurídica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio de Carvalho, afirmou neste domingo (25) que o partido pedirá ao Tribunal Superior Eleitoral a ampliação do horário de votação no 2º turno das eleições presidenciais. Ele deu a declaração a jornalistas em frente à casa do presidente, na zona oeste de São Paulo.
Os chamados crimes eleitorais são aqueles que podem interferir na vontade dos cidadãos e deturpar o processo democrático. Um deles é a propaganda no dia da eleição, conhecida como boca de urna. A boca de urna se caracteriza pela tentativa de convencer, influenciar ou arregimentar eleitores a votar ou deixar de votar em determinada candidatura ou partido no dia do pleito.
No segundo turno das eleições de 2026, o eleitor deve ficar atento a práticas consideradas crimes eleitorais, que podem interferir na vontade dos cidadãos e deturpar o processo democrático.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2) concedeu liminares para garantir o direito ao voto de trabalhadores do varejo na região da Grande São Paulo. Ao menos 14 ações foram apresentadas ao tribunal pedindo essa medida, e três já foram concedidas – contra o Carrefour, o Assaí e o Grupo Pão de Açúcar (GPA).
O Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 782 denúncias de assédio eleitoral do fim do primeiro turno até às 17h de sexta-feira (23). O patamar é pouco abaixo das 884 queixas registradas pela procuradoria até 2 de outubro, data em que os brasileiros foram às urnas pela primeira vez nesta eleição.
O juiz Murilo Carvalho Sampaio Oliveira, da 9ª Vara do Trabalho de Salvador (BA), deferiu tutela de urgência para coibir imediatamente uma rede de supermercados de continuar praticando assédio eleitoral contra os seus colaboradores, em favor do candidato Flávio Bolsonaro (PL), conforme denúncia do Ministério Público do Trabalho (MPT). “O assédio eleitoral é conduta ilegal.
A Justiça do Trabalho determinou que uma rede de supermercados pare de enviar comunicados de cunho eleitoral para seus funcionários.
O eleitor que vai trabalhar no dia da eleição tem o direito de se ausentar do serviço para exercer o direito ao voto, sem prejuízo de salário. A regra está prevista no artigo 234 da Lei eleitoral e em uma resolução complementar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 2026.
Os casos de assédio eleitoral quase dobraram no segundo turno. O Ministério Público do Trabalho recebeu em outubro 936 denúncias até sexta-feira. Em setembro, mês que antecedeu o primeiro turno, foram 551, enquanto em agosto foram 136 registros. De acordo com o MPT, o aumento de 68% nas denúncias em comparação ao primeiro turno é preocupante.
A Justiça do Trabalho proibiu o Grupo Zona Sul de enviar mensagens políticas aos funcionários que indiquem as preferências eleitorais da empresa ou de seus integrantes. A liminar foi concedida no final desta última sexta-feira (23/10), após ação movida pelo Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro, e prevê multa de R$ 500 mil por dia em caso de descumprimento.
A Justiça do Trabalho paulista determinou que as redes varejistas Carrefour e Grupo Pão de Açúcar liberem os funcionários convocados para trabalhar neste domingo, 25 pelo tempo suficiente para votar no segundo turno das eleições.
O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) informou na sexta-feira, 23, que registrou uma Notícia de Fato (NF) para apurar o envio de uma carta pela rede de Supermercados Zona Sul a seus funcionários, às vésperas da eleição. No texto, a rede defende o “voto consciente” e mudança.