13 out2026 · 18h27
Corinthians é cobrado pelo Ministério Público em relação aos responsáveis pelo caso das ‘rabiscadinhas’; saiba detalhes
O Ministério Público de São Paulo deu prazo de dez dias para o Corinthians identificar os responsáveis pela fiscalização dos pagamentos à empresa Incentiva, que administrava o programa Fiel da Sorte. O promotor Cássio Conserino aponta possível gestão temerária entre 2023 e 2026, com 36 notas fiscais totalizando R$ 7,6 milhões. O clube é tratado como vítima, mas investiga-se omissão de dirigentes.