Presidente do PL reprova carta publicada por Flávio Bolsonaro
O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, repudiou a carta do senador Flávio Bolsonaro, que se proclamou 'presidente eleito'.
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O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, repudiou a carta do senador Flávio Bolsonaro, que se proclamou 'presidente eleito'.
O clima no PL de Goiás mudou drasticamente após a derrota de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial. Segundo apuração, há desânimo e insatisfação com a postura do presidente estadual da sigla, Wilder Morais, que mantém silêncio desde a derrota do candidato.
O senador eleito Gustavo Gayer (PL) voltou a criticar publicamente o senador Wilder Morais (PL) e reacendeu as divergências entre os dois principais nomes do partido em Goiás. Em um comentário no Instagram, Gayer cobrou que Wilder defenda a anulação do segundo turno da eleição presidencial, vencido por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o chamou de ‘bunda mole’.
A direita nas redes sociais acusou a esquerda de tentativa de golpe após a prorrogação do horário de votação no segundo turno, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal). Parlamentares e perfis influentes, como os deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Marcel van Hattem (Novo-RS), defenderam a abertura de um processo de impeachment contra o ministro.
O senador eleito Marcel van Hattem (Novo-RS) apresentou um pedido de impeachment contra o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), por ter prorrogado o horário de votação do segundo turno das eleições deste domingo (25).
LUANA LISBOA FOLHAPRESS Perfis de direita afirmaram nas redes sociais que a prorrogação do horário de votação no segundo turno, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), seria uma tentativa de golpe da esquerda. A conclusão é de um relatório do Democracia em Xeque, que monitorou a repercussão digital da eleição entre 18h30 e 20h30 deste domingo (25).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmentiu a alegação de que mesários estariam votando em nome de eleitores ausentes após as 17h, principalmente na região Nordeste. Segundo o TSE, há mecanismos de identificação e fiscalização que impedem esse tipo de prática.
Com o atual governador Daniel Vilela não sendo candidato à reeleição em 2030, uma nova disputa pelo governo de Goiás pode começar a ser desenhada. Segundo especialistas, pelo menos 20 políticos goianos estão sendo considerados potenciais candidatos a governador entre 2030 e 2034.
Há uma queda de braço pelo controle do PL em Goiás. Dois grupos se enfrentam: de um lado, o senador eleito Gustavo Gayer e o deputado federal eleito Major Vitor Hugo; do outro, o senador Wilder Morais, que não conseguiu obter nem 22% dos votos válidos na disputa eleitoral de 2026.
Na véspera da eleição, Anápolis sedia, na tarde deste sábado (24), o “Bloquinho 22”, uma manifestação em apoio ao candidato Flávio Bolsonaro que reúne lideranças da direita local.
Governadores, lideranças políticas e milhares de apoiadores participaram neste sábado (24/10) das últimas mobilizações em Goiás da campanha em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Os atos reuniram apoiadores em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal, e em Goiânia, com carreatas, caminhada e manifestações em defesa da mudança no comando do país.
Com críticas à corrupção, à criminalidade e à ineficiência das gestões do PT, o governador Daniel Vilela (MDB) e o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) defenderam, neste sábado (24/10), a eleição de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República.
Enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) mobilizam apoiadores neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, atos também se espalham por outras cidades do país. No Rio, o presidente percorreu a orla de Copacabana, enquanto o senador participou de uma motociata em Belo Horizonte.
O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cuêva, determinou a derrubada de um áudio com informação falsa publicado no canal de WhatsApp ‘Tropa do Flávio’. Na mensagem, o senador eleito Gustavo Gayer afirma que mesários teriam votado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva por pessoas que não foram às urnas.
Brasília, 23 – O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cuêva, determinou a derrubada de um áudio com informação falsa publicado no canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”. Na mensagem, o senador eleito Gustavo Gayer afirma que mesários teriam votado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva por pessoas que não foram às urnas.
Senador eleito por Goiás, o deputado federal Gustavo Gayer (PL) divulgou no canal “Tropa do Flávio” uma mentira já desmentida. Segundo o congressista, em áudio, mesários estariam votando para o presidente Lula (PT), em nome de eleitores ausentes, após o fechamento das urnas, às 17h.
O ministro Nunes Marques, do TSE, determinou a exclusão de uma postagem do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) que atribuía ao também deputado André Janones (Rede-MG) a criação de uma “organização criminosa”, por meio do canal de WhatsApp “Exército do Lula”.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, determinou nesta quarta-feira (21) a suspensão de 20 postagens ilegais contra a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão atende a pedido da campanha petista, que apontou uma iniciativa estruturada de apoiadores de Flávio Bolsonaro para compartilhar conteúdos artificiais.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quarta-feira (21) a suspensão de 20 postagens ilegais nas redes sociais contra o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão atende a pedido da campanha de Lula, que apontou ação estruturada de parlamentares apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) para compartilhar deepfakes.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, determinou nesta quarta-feira (21) a suspensão de 20 postagens ilegais contra o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro do TSE concedeu pedido da campanha petista, que acionou o tribunal.