Unha e Carne: relembre as oito fases anteriores da operação da Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou a nona fase da Operação Unha e Carne, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
A Polícia Federal deflagrou a nona fase da Operação Unha e Carne, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.
A Polícia Federal (PF) apreendeu joias avaliadas em cerca de R$ 900 mil durante a nona fase da Operação Unha e Carne, deflagrada na manhã desta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em endereços na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste da capital fluminense.
O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, apresentou parecer pedindo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que negue o registro de Márcio Canella (União Brasil) como deputado estadual do Rio de Janeiro. O documento aponta supostas ligações do parlamentar eleito com milícias da Baixada Fluminense, incluindo a nomeação de lideranças desses grupos para cargos na Prefeitura de Belford Roxo, município que ele administrou.
O Ministério Público Eleitoral (MP) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para barrar o registro de candidatura de Márcio Canella, que é o candidato mais votado ao cargo de deputado estadual do Rio de Janeiro. A medida foi tomada após a apuração de que o candidato teria ligação com a milícia e seria investigado por integrar uma organização criminosa armada.
A prefeita de Belford Roxo, Mariana Malta Monteiro, visitou duas vezes o ex-prefeito Márcio Canella (União Brasil), preso preventivamente pela Polícia Federal na oitava fase da Operação Unha e Carne, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro com movimentação de R$ 7,6 bilhões em seis anos.
YURI EIRAS RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) O deputado estadual eleito Márcio Canella (União), preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (15), ganhou musculatura na política ao assumir o diretório estadual do União Brasil, apadrinhar aliados com o apelido e espalhá-los como candidatos em Câmaras Municipais e prefeituras da região metropolitana.
Um posto de combustíveis de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, recebeu mais de R$ 37 milhões em pagamentos da prefeitura desde 2012, segundo documentos da investigação da Polícia Federal que levou à prisão do ex-prefeito Márcio Canella (União Brasil). O estabelecimento pertence a um empresário que também é sócio de Canella em outra empresa.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pretende fazer uma espécie de intensivão de julgamentos e zerar no período de 30 dias a análise de todos os registros de candidaturas de políticos suspeitos de ligação com o crime organizado. A informação foi confirmada a VEJA pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou neste sábado (17) a prisão domiciliar do policial civil Christiano Gaspar Fernandes, preso preventivamente na oitava fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF). A decisão substitui a prisão preventiva por domiciliar enquanto durar o estado clínico do agente, que está detido na unidade de Benfica, na Zona Norte do Rio.
A deputada federal reeleita Jandira Feghali (PcdoB) afirmou nesta sexta-feira (16) que milícias podem interferir na participação eleitoral no Rio de Janeiro por meio de intimidação e controle territorial, dificultando a entrada de candidatos e a realização de debates públicos em algumas regiões.
A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira (16), a prisão preventiva dos seis presos na 8ª fase da Operação Unha e Carne, entre eles o deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil) e o delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio. A decisão saiu um dia após as prisões, em audiências de custódia.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (15) mais uma etapa da operação Unha e Carne, que investiga a ligação entre crime organizado, política e administração pública no Rio de Janeiro.
BRUNA FANTTI FOLHAPRESS A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira (16), a prisão preventiva dos seis presos na 8ª fase da Operação Unha e Carne: o deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil), o delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, e os inspetores Christiano Gaspar Fernandes, Giovanni Gaspar Fernandes, José Carlos Alves de Souza Júnior e Pablo Jukiá Felix Ferreira.
A Polícia Federal aponta que estruturas da Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro eram usadas pelo crime organizado para auxiliar atividades criminosas, como o vazamento de informações sigilosas sobre fiscalizações. A conclusão consta na 8ª etapa da operação Unha e Carne, deflagrada nesta quinta-feira (15), que prendeu o deputado estadual eleito Marcio Canella (União) e o ex-secretário de Polícia Civil Marcus Amim.
Uma videochamada atribuída a integrantes do Comando Vermelho (CV) é investigada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira, 16, as prisões preventivas do deputado estadual eleito e ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella e do delegado e ex-secretário estadual de Polícia Civil Marcus Amim. As audiências de custódia ocorreram no Rio de Janeiro.
A prisão do delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, na quinta-feira (15), elevou para cinco o número de ex-chefes da corporação presos nos últimos 17 anos. Ele foi alvo da oitava fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, que investiga organização criminosa suspeita de usar postos de combustíveis para lavar dinheiro.
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (15) o deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil) e o delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, na oitava fase da Operação Unha e Carne. A ação cumpre decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e inclui o bloqueio de até R$ 700 milhões.
A oitava fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal, terminou com seis presos e a apreensão de 20 veículos de luxo, 33 armas e cerca de R$ 90 mil em espécie. O balanço final foi divulgado na manhã desta sexta-feira (16).
A Justiça Federal manteve, nesta sexta-feira (16), a prisão preventiva do delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil do Rio, após audiência de custódia. Ele foi preso na quinta (15), na oitava fase da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal.