TST menciona “lista suja” para punir empresas por assédio eleitoral
O presidente do TST ameaçou impor restrições financeiras e criar uma lista suja contra empresas que praticam assédio eleitoral nas eleições de 2026.
Também aparece como: Vieira de Mello Filho · ministro Vieira de Mello Filho · Luiz Roberto Vieira de Mello Filho
O presidente do TST ameaçou impor restrições financeiras e criar uma lista suja contra empresas que praticam assédio eleitoral nas eleições de 2026.
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Vieira de Mello Filho, afirmou que empregadores que discriminaram ou demitiram trabalhadores por motivação política serão responsabilizados de forma rápida e rigorosa.
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho afirmou que a Justiça continuará combatendo o assédio eleitoral. O Ministério Público do Trabalho recebeu 1.937 denúncias de assédio eleitoral até o dia 26.
O assédio eleitoral é considerado crime eleitoral e pode dar pena de reclusão e multa. As vítimas podem ser trabalhadores celetistas, terceirizados, estagiários e servidores.
O presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministro Luiz Philipe Vieira de Mello Filho, celebrou o fim da escala 6×1 – na qual se trabalham seis dias com um de folga – ao abrir a Seção de Dissídios Coletivos nesta quinta-feira (15).