A barca sempre volta no Natal
Ler Lygia Fagundes Telles é como descascar cebolas. A camada mais profunda das suas histórias abriga o miolo concentrado da humanidade, mas, antes, é preciso arrancar com rapidez a fina casca que as envolve. Cuidado, seja delicado, a casca pode rasgar. O ardor das lágrimas é quase inevitável.





