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Ficha nº 339305 Cotidiano 27/03/2026 · 08h00 Situação: em andamento

A cadeia produtiva do aratu – Parte I

Meus Sertões tom misto
A cadeia produtiva do aratu – Parte I
Imagem: Meus Sertões (reprodução)

A reportagem detalha a vida da marisqueira Jaci França de Jesus em Terra Caída, Indiaroba, Sergipe, e a importância econômica do aratu. O texto aborda as técnicas de captura, os riscos do trabalho no mangue e a escassez da espécie na região devido a fatores ambientais e predatórios.

Pontos-chave

  • Jaci França de Jesus sustentou a família por décadas com a catação de crustáceos.
  • A espécie aratu enfrenta declínio crítico em Santa Luzia e Indiaroba.
  • Fatores como poluição e expansão imobiliária contribuem para a escassez dos manguezais.

Contexto

A atividade de marisqueiras em Sergipe enfrenta desafios ambientais e econômicos devido à degradação dos manguezais.

Dados da matéria

OndeIndiaroba/SE
filhos criados por Jaci França de Jesus11
produção mensal de carne de crustáceos30 quilos
carne perdida em processos inadequados de beneficiamento30%
preço do quilo do catado de siri70 reais
preço atual do quilo do aratu110 reais

Quem disse

“Só quem tem coragem mesmo se propõe a enfrentar o mangue”

— Jaci França de Jesus
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2026/03/27/a-cadeia-produtiva-do-aratu-parte-1/Publicado originalmente em 27 de março de 2026
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