A cadeia produtiva do aratu – Parte I

A reportagem detalha a vida da marisqueira Jaci França de Jesus em Terra Caída, Indiaroba, Sergipe, e a importância econômica do aratu. O texto aborda as técnicas de captura, os riscos do trabalho no mangue e a escassez da espécie na região devido a fatores ambientais e predatórios.
Pontos-chave
- Jaci França de Jesus sustentou a família por décadas com a catação de crustáceos.
- A espécie aratu enfrenta declínio crítico em Santa Luzia e Indiaroba.
- Fatores como poluição e expansão imobiliária contribuem para a escassez dos manguezais.
Contexto
A atividade de marisqueiras em Sergipe enfrenta desafios ambientais e econômicos devido à degradação dos manguezais.
Dados da matéria
OndeIndiaroba/SE
filhos criados por Jaci França de Jesus11
produção mensal de carne de crustáceos30 quilos
carne perdida em processos inadequados de beneficiamento30%
preço do quilo do catado de siri70 reais
preço atual do quilo do aratu110 reais
Quem disse
“Só quem tem coragem mesmo se propõe a enfrentar o mangue”
— Jaci França de Jesus
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2026/03/27/a-cadeia-produtiva-do-aratu-parte-1/Publicado originalmente em 27 de março de 2026
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Quem e o quê aparece nesta notícia
PessoaJaci França de Jesus ★
EstadoSergipe
LocalPovoado Terra Caída
CidadeIndiaroba/SE
CidadeAracaju
LocalSanta Luzia
PessoaPaulo Oliveira da Silva
1 favorecida2 prejudicadas4 neutras
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Resumo gerado com apoio de IA · google/gemma-4-31B-it-turbo · coletado em 30 out 2026 · 22h06
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