Convivência inspira caminhos para a justiça climática
A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) e a Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) promovem a agroecologia e saberes locais como soluções para a emergência climática no Brasil. Durante o 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia, será lançado um mapeamento sobre justiça climática e territórios, destacando a gestão comunitária da água e sementes crioulas.
Pontos-chave
- A agroecologia e sementes crioulas combatem a perda de biodiversidade no Semiárido.
- Iniciativas como cisternas e tetos solares promovem a descentralização de recursos básicos.
- Movimentos do Semiárido buscam levar saberes territoriais para o debate da COP 30.
Contexto
O Semiárido brasileiro transita de uma narrativa de escassez para um modelo de convivência baseado em agroecologia e autonomia comunitária.
Dados da matéria
Quem disse
“A biodiversidade é fundamental para a manutenção da vida no Planeta, para a fotossíntese, para a saúde dos solos e para a produção de alimentos.”
— Helena Lopes, pesquisadora e integrante do Grupo de Trabalho Justiça Climática da ANA
“Convivência com o Semiárido não é lutar contra a seca, é aprender com ela.”
— Roselita Victor, assentada da reforma agrária em Remígio (PB)
“A mensagem que o Semiárido levará à COP é a da convivência com os biomas e da Agroecologia como estratégia para a justiça climática.”
— Cícero Félix, da coordenação executiva da ASA Brasil