Greve na saúde é suspensa, mas impasse entre sindicatos e prefeitura de Goiânia permanece

A greve dos profissionais de saúde em Goiânia foi suspensa após mediação do MP-GO, com a prefeitura se comprometendo a apresentar contraproposta até 21 de janeiro. Apesar da suspensão, sindicatos mantêm mobilização e cobram mudanças estruturais. A paralisação começou em 13 de janeiro, com relatos de precarização e falta de insumos. O prefeito Sandro Mabel negou abertura para diálogo inicialmente, mas a pressão levou à negociação.
Pontos-chave
- Greve suspensa após mediação do MP-GO.
- Prefeitura deve apresentar contraproposta até 21 de janeiro.
- Sindicatos mantêm mobilização e cobram mudanças estruturais.
Contexto
A greve ocorreu após denúncias de precarização dos vínculos e redução de honorários em até 35%.
Dados da matéria
Quem disse
“Não temos mais dinheiro para gastar.”
— Prefeito Sandro Mabel
“A mobilização segue firme. Este é um momento estratégico para cobrar da gestão a implantação da Mesa Municipal de Negociação Permanente do SUS em Goiânia, a convocação de aprovados em concursos e a realização de novos certames. Sem vínculos estáveis, não há SUS de qualidade.”
— Presidenta do Sindsaúde-GO, Néia Vieira
“2026 é o ano da transformação na saúde.”
— Prefeito Sandro Mabel